Diary entries forI'm Still Here
I'm Still Here
Fernanda Torres is soo good, she might just break your heart in one scene.
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eu digo com toda a certeza do mundo que é o melhor filme que está indicado ao best picture desse ano. se o oscar fosse uma premiação realmente digna, já era certeza que o prêmio pertencia a “ainda estou aqui” e que o best actress é da fernanda. filme espetacular de incrível, sem palavras.
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Saudades da temporada de premiações 🥺
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mata-se uma pessoa e condena-se todas as outras à uma tortura psicológica eterna. Eu não tenho palavras para descrever esse filme e a dor que ele carrega em todas as suas cenas. Nenhuma cena de choro extremo ou "drama" foi necessária para mostrar a dor da Eunice,apenas o olhar,olhar da Fernanda torres na sua performance carregava tudo nele. É o filme do ano. A atriz do ano. Eu diria que é um filme Oscar winner,mas é mais que isso,eu não posso apenas simplifica-ló a isso. Esse filme é um prêmio para o nosso país,ele em si é um prêmio e uma obra prima em si. O povo tem que conhecer a nossa história,a história que nosso país carrega.
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It’s hard to describe a film which shows such raw and heartfelt emotion as this does, especially with the context of this being a real experience for many Brazilians during this time period. The acting is fantastic and story is heartbreaking, like many others on here have said the second prologue feels out of place and doesn’t need to be in the film at all. It’s a great film and definitely worth a watch.
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a mulher do meu lado estragou um pouco a experiência mas que filme INCRÍVEL ✨️ o oscar da fernanda vem!!!
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A história e vida de Eunice que não a valoriza ou de fato diz quem ela é. Finalmente, depois de meses, consegui assistir esse e não ironicamente eu gostei mais do que achei que gostaria. Talvez o que mais me agradou sejam as escolhas formais de Salles em contar sua história em uma percepção de frestas de portas. As portas e janelas que iluminam a família e suas vidas aos poucos é tomada por uma sombra dessas mesmas janelas e portas que se fecham e a urgência da situação, o interrogatório, os dias em isolamento, os sons que Eunice escuta pelas paredes e só pode ver luz de uma lanterna ou de uma pequena janela que reflete uma fraca luz do sol, esses momentos me prenderam... Porém quando Eunice começa a investigar o sumiço do marido, me deparo com as maiores contradições e questões que me afastaram do filme de Salles. Toda a investigação de Eunice sobre o desaparecimento do marido, as conexões que revelam seu envolvimento com rebeldes e sua obsessão em descobrir o paradeiro do marido, existe um suspense, um sentimento de vigilância que toma a tela e isso genuinamente me agrada, a melancolia que não grita, os rostos que não choram abertamente (bem diferente de outro filme celebre do mesmo diretor Central do Brasil) são um elemento de cansaço, de derrota e aceitação de uma perda que não existe certeza, porém, contudo, entretanto... Quando o primeiro epílogo começa é quando as coisas começam a pesarem mais. O fato de Salles abordar a vida da classe média como um POV desse período histórico tão nebuloso e que precisa ser combatido contra revisionismos canalhas dia sim e dia também, é algo que não me incomoda, mas a contradição das palavras e ações me atingem demais. Rubens era engenheiro, pai de família e não deveria ser preso, mas e se não fosse!? As regiões mais marginalizadas que não ganharam uma lente durante esse período foi afetada, povos originários foram alvos de extermínio da Ditadura Militar e Empresarial, outra questão que me pega é que nesse epílogo de 25 anos Eunice é uma importante combatente pelos direitos indígenas, coisa que o filme arranha e renega isso à uma nota de rodapé no final, por que esse pedaço de sua história não pôde ganhar mais alguns minutos!? Por que Eunice e sua formação como forma de se reerguer e ainda sim lutar pela certidão de óbito do marido não podem andar de mãos dadas?! Existe uma contradição que faz parecer que a Classe média e os povos originários viveram outros momentos totalmente separados e embora a abordagem de um com o outro seja mais violenta afinal mais de 8000 indígenas, registrados, foram mortos nesse período, mas é como se o texto e o diretor separassem esse momento histórico e novamente, isso não seria um problema se o filme não tivesse dado essa nota de rodapé. O que cria essa dicotomia de que hora quer falar sobre o impacto de uma ditadura nessa família e como uma espécie de meia-culpa se sente forçado a citar que Eunice também atuou em prol de povos indígenas e quando a questão do sumiço de Rubens retoma a tela, existe um sentimento de "vitória" pela certidão de óbito obtida e o capítulo dessa história que se encerra corta para o segundo epílogo que esse sim eu já acho... Talvez a propaganda do Itaú mais controversa a ser exibida num cinema ou em uma tela em casa. A família reunida num grande almoço que perdura a família nuclear, Eunice está catatônica, ela vê, mas não reage muito a família ao seu redor. A notícia na tv que relembra o período ditatorial com a mesma reagindo a imagem e consecutivamente a memória do marido que foi morto pela ditadura. Embora eu veja o valor de usar esse filme como exemplo de memória de um período tão sombrio e que teima em se manter no passado... Eu não consigo deixar de ver também como é superficial. Pra um filme que quer tanto ser uma história da Eunice, que muito do que ela transmite é graças ao trabalho impecável da Fernanda Torres, eu também não consigo deixar de notar como isso é menos sobre Eunice Paiva e mais uma memória nostálgica de seu marido. No fim é um filme seco, embora tenha essa reconstituição de época tão dedicada, esse elenco que realmente se entrega e uma direção que é competente em manter viva a memória através de questões analógicas como fotos, cartas, jornais e vídeos caseiros é uma história superficial. Acho muito digno ele ser usado por algumas pessoas como exemplar a ser estudado e para relembrar esse período histórico eu sinto que Elis, uma cinebiografia de 2015, consegue se debruçar sobre isso melhor. Um filme que é esteticamente bonito, tem suas questões sociais que são super válidas, possui uma Fernanda Torres inspiradissima, mas que é superficial em sua abordagem. Pra um filme que tem uma protagonista tão forte, isso é muito mais sobre Rubens Paiva do que necessariamente sua esposa que deveria ser a protagonista. Um começo que é angustiante por possuir um suspense tão funcional, um melodrama que se desenvolve da urgência e com uma decupagem que se aproveita de frestas de portas e janelas que escurecem uma casa outrora iluminada, mas que sua segunda metade é meio solta e seu final é a propaganda mais controversa do Itaú em papo de anos. O melhor filme brasileiro em anos (não é) ou o maior surto coletivo em anos!? Fica a critério do freguês. P.s. o milico bonzinho foi foda tá.
I'm Still Here
simplesmente impecável. falando de termos técnicos a fotografia é MARAVILHOSA, a alternância entre as cena como filme e a perspectiva da família pela câmera é genial. todo filme é muito angustiante, não parei de chorar desde que ele começou. pensar que são pessoas reais que sofreram isso torna tudo tão mais doloroso. e isso de alguém que vê tudo de fora. imagina quem vivenciou. e ainda mais, que não foi um caso isolado. milhares de pessoas sofreram o mesmo destino, muitas sem nem se quer ter um terço da relevância que o Rubens tinha. esquecidas pelo tempo. sem nem ter a dignidade de serem enterradas. e ainda por cima, tinha um senhorzinho na nossa sessão que assim que acabou, se virou pra gente e disse “eu tenho 85 anos, vocês são jovens, mas eu passei 2 dias preso pela ditadura”, e isso só fez a gente derramar mais lágrimas.
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Absolute gut punch of a film. had me in verge of tears for the most of it, very well knowing how will it end. truely moving piece of media.
I'm Still Here
Super absolute cinema