Diary entries forMaterialists
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Celine Song really impressed me big time with her first movie Past Lives, so when this was announced I was excited to see what her follow film would do. And for the most part, it is a really well executed film that has a lot to say about relationships, class, and perceived self-worth. None of this is new. There have been quite a few movies that have explored love triangles in this fashion, but what sets this movie apart is the dialogue. It is really well done. While it does teeter a bit on "stage play monologues" at times, the content is pretty powerful. I doubt that you could have gotten three better people to present this story to you.
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pedro pascal eu fico com vc
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Everyone in this movie needs therapy and I need to stop relating to them.
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que filme ruim meu Deus do céu pouquíssimas cenas se salvam 3,0 de média é muito ainda. minha irmã (ela q n é psicóloga) deu diagnóstico de manipuladora pra lucy!
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Não sou o maior fã de Vidas Passadas, não porque ele é um filme ruim, mas porque a Celine fez de forma muito boa algo que eu já vi 7 vezes diferentes, por diretores diferentes e melhores, porém "Amores Materialistas" eu não só acho melhor por ter um amadurecimento textual dela, como ver ela arriscando uma encenação que preserva sua lente mais intimistas e as grandes angulares que preenchem a tela, mas é bom ver ela indo mais além quando usa uma câmera de cima para baixo em uma cena de urgência que preserva a geografia da cena, ou um grande zoom no rosto de Dakota Johnson nos aproximando de seu momento de pânico pessoal e culpa. Mas o grande atrativo aqui são seus intérpretes, toda a reflexão meio cínica que se dissolve com o passado do longa, essa idéia de que casamentos e relacionamentos perfeitos construídos através de um ideal romântico e pragmático não são uma novidade no cinema de romance, mas é interessante uma diretora se debruçar sobre a idéia do casamento ideal, da relação de amores e afetos reais levando em consideração as questões sociais e econômicas de seus personagens. A Lucy de Dakota Johnson precisa se mostrar fria e pragmática quando a mesma não sabe como lidar com um homem supostamente perfeito e rico, o magnata irreal interpretado por Pedro Pascal que é um unicórnio, um ser irreal de tão perfeito, mas mais pra frente essa perfeição se revela ser um grande truque que quem tem dinheiro pode proporcionar, a visão irreal de que um ser humano "perfeito" possa nascer gera um diálogo muito bom, inclusive outro acerto são os diálogos que só alguém genuinamente frustrado com essa idéia de amor pode nos proporcionar. Talvez minha maior ressalva seja na interação com o personagem de Chris Evans, ele é o arquétipo mais clássico do romance perfeito que não vêm da idéia de dinheiro ou um bom nascimento, ao mesmo tempo que ele proporciona um Chris Evans mais intimistas e contido (tentando se livrar das algemas do MCU e do Kevin Feige) me agradam, mas a reta final é um tanto quanto menos interessante, embora possua uma situação de urgência que deriva do risco de encontros a cegas, o serviço de casamenteira é só um Tinder da vida real onde uma mulher pode esperar encontrar o amor da vida dela, mas querendo ou não vai esbarrar com uma pessoa mal intencionada. É o exercício de tentar superar a lógica do casamento heteronormativo, mas com a consciência de que o casamento, historicamente, é uma ferramenta política e financeira. Se não uma nação em guerra, é uma terra, se não a terra é uma vaca ou coisa mais fútil, mas fica aquele pensamento de que o primeiro casamento tenha sido uma idéia tão pura quanto o mais idealista dos românticos, não vou mentir emocionou mesmo!
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c'est une comédie romantique basique qui se fait passer pour autre chose, rien n'est vraiment surprenant et la morale est on ne peut plus basique... MAIS le film a de la gueule et ça fait plaisir d'avoir un film "plus simple" qui soigne son esthétique et rien que pour ça je met 3/5 (j'aurais mis 2.5 voir moins sans ça)
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Quando eu vi no cinema foi ate bom😔
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1. Nova Iorque é uma dessas cidades que carrega consigo uma pulsão hipnotizante de movimentos e arquiteturas muito dissonantes; seus arranha-céus e edifícios empresariais escondem avenidas e bairros populosos, reflexos da aceleração muito proeminente de uma sociedade cada vez mais sobrecarregada e, portanto, automatizada. Desperdiçar esse cenário em uma obra que, de certa maneira, divaga entre o imediatismo das relações sociais - e, nesse caso, os vínculos conjugais - nessa geração colapsando na própria correria é quase um ultraje. E infelizmente, Amores Materialistas sofre dessa falha. Quase toda ambientação do longa de Céline Song parece enclausurada em uma redoma que jamais potencializa a vivacidade dos cenários urbanos em sintonia com essas relações amorosas análogas à negociações burocráticas (conceito perspicaz para divagar sobre o materialismo das conexões humanas no século XXI), excluindo as ambientações novaiorquinas da discussão sobre tais percepções automáticas de amor e casamento. A cidade se converte em adereço, facilmente substituível por qualquer metrópole estadunidense que jamais ocasionaria diferença uma vez que a cineasta se posiciona tão indiferente ao filmá-la - suas interações externas quase sempre desprezam o restante da composição (os automóveis e transeuntes quase nunca são vistos; a impressão que permanece é de um cenário sem vida), desfocam agressivamente o fundo ou fecham a imagem em quadros muito individualistas e/ou higienizados. A questão aqui é mais direcionada a um sub-aproveitamento do cenário novaiorquino agitado como evidência dessas relações imediatistas e idealizadas no fluxo contínuo de transeuntes e automóveis da cidade; esse elemento parece nunca existir e Nova Iorque converte-se em um mero plano de fundo sem imaginação na hora de ser capturado pela câmera. 2. É curioso como a tese da cineasta sul-coreana esteja alicerçada nessas paixões automáticas e produtificadas do fluxo capitalista da sociedade atual, sua fragilidade e insensibilidade mas não consiga dar vazão aos sentimentos em sua decupagem, quase sempre mecânica ao exprimir os vínculos dos personagens. Nada soa genuíno: a paixão crescente, as crises emocionais, o desejo - literalmente a diretora conseguiu remover qualquer pulsão de libido em uma sequência pré-sexo entre a Dakota Johnson e o Pedro Pascal - e as epifanias soam conceitos que habitam o textual, aquilo que está nas linhas de diálogo, mas nunca encontra a potência que busca nas imagens em cena. Tudo é belíssimo, tecnicamente primoroso, mas carente de uma emoção voraz sem que os atores pareçam ler o script de modo inerte a todo momento. Quem foge a regra é Dakota Johnson: seu sarcasmo entediado, seu garbo discreto e seu comprometimento dramático é mais do que as imagens de Celine Song comportam e a atriz se entrega vertiginosamente a cada particularidade de sua heroína imperfeita, suscetível aos materialismos da sua realidade - e o plano que serve como ruptura disso, onde é enquadrada a frente das colegas de trabalho em comemoração é bem sintomático da sua mudança de percepção gradual. Uma pena que o discurso em si, novamente, seja conceitual e regurgitado em monólogos e frases do que engrandecido pelo alcance de suas imagens, quase sempre insuficientes de dar conta da reflexão que a cineasta resolve sem muito interesse após atravessar bons e maus momentos na tentativa de esticar uma discussão que nasce bem superficial e com poucos momentos de destaque - gosto de tudo que envolve o diálogo de Lucy e Sophie ao final do longa, mesmo que a impressão ressoante é de ser uma interação pensada para solucionar o arco da protagonista e nada além, fragilizando um pouco a sororidade na cumplicidade entre as duas personagens.
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girl, if you don't want pedro just give him to MEEEE
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when pedro said "i have enough material assets for the both of us" i would've folded right then and there