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Motel Destino
amo filmes lentos e fotografias interessantes, mas aquele monólogo no final senhor 💀
Motel Destino
A força matriz de Motel Destino é justamente algo que está em seu título, destino. O foco da trama em Heraldo que é um jovem que acredita e vive uma vida de tragédias suscetíveis vive esse período como fugitivo nesse motel onde o dono é um homem de muitas excentricidades e um affair com a esposa do mesmo cria esse cenário que remete a um Thriller sensual que é digno de uma boa pornochanchada. Embora a estética, da direção e da entrega dos atores, principalmente o Fábio Assunção que está gigante aqui em todos os sentidos, a montagem e a intercalação com uma questão mais onírica me perdem em alguns momentos. Como forma de transformar o motel em uma espécie de entidade viva, o que ele já faz muito bem graças a sonoplastia e o ambiente em si, algumas coisas mais oníricas se perdem nesse show de neon e quartos fechados que, por si só, já estava funcionando. Ele é um filme bem emblemático, a relação de Heraldo e Elias é algo que fica numa zona cinzenta muito específica. Ele é uma figura paterna, um homem que só quer ajudar ou alguém que está apaixonado na imagética desse jovem tão misterioso (não ironicamente um a três era o caminho mais óbvio dessa narrativa) e até sua conclusão que tem um clímax mais tenso e que te apresenta uma tragédia anunciada funcionam muito bem. A reta final me deixou aflito e receoso. O discurso final não funciona tanto, pois ele demanda um apego a figura de Heraldo que o filme não construiu, mas que quando se conecta com Dianna aí já é outro nível. Um fime que exala tesão, tensão, paixão e muito suor e fluidos. Ah ai que delícia o verão!
Motel Destino
oloco fotografia foda
Motel Destino
Eros/thanatos in Brazilian North-East like a tropical, sweaty version of James Cain’s The postman rings always twice. Suggestive location in amazing, acid cinematography of Hélène Louvart.
Motel Destino
PEGA O GUANABARA E VEM!