Diary entries forDrop

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juan's profile
juan

Drop

It’s a familiar kind of mystery one location, a few suspects, and a slow build of doubt. But there’s comfort in that. I kept guessing, second-guessing, and that’s the fun. The reveal didn’t shock me, but it worked. Pacing lags at times, though maybe that’s part of letting the tension breathe.

4h ago
therelaxingone

Drop

The concept feels and looks very good before watching but it has a very slow build up without really explaining much and then it all unfolds in a single table scenes which felt a little lackluster and disappointing

19h ago
grimmer

Drop

Started well, ended quite silly, hate when horror films end with no deaths of the ‘good guys’, really cheapens the film, like how on earth did he sister survive a point blank gunshot wound? When we see the shot it looks like it hit her chest, which would’ve been fatal, but miraculously the bullet seems to of moved to her shoulder so she’s absolutely fine. Also the elaborate scheme to kill the date seems so stupid when you think about it for literally one second, surely there were much easier ways to kill him, like there are so many ways their plan could’ve failed, what if her phone ran out of charge? What if she put it on silent mode cause of all the creepy ‘drops’. The whole thing feels so stupid but at least the acting was good and before the reveal I was quite enjoying it, so 4/10 seems fair.

22h ago
jusquici tout va bien's profile
jusquici tout va bien

Drop

Era só desativar o airdrop E VSF OS MEMES

1d ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

Drop

Revendo depois de ter visto alguns do De Palma, revendo alguns do Collet-Serra e principalmente com nojo da cara do Zach Cregger, pra dizer que a segunda vista foi melhor. Admito que os anseios da primeira vez foram superados, mas novos surgiram e eles vêm justamente de identificar muito de um maneirismo que não vai a sua totalidade. Tá entre o cinema de paranóia pós-11 de Setembro do Collet-Serra e os maneirismos de um De Palma inspiradissimo, mas nunca vai além. Porém, contudo, entretanto o formalismo que o diretor emprega a esse filme já me agrada mais. Primeiro porque ele não tem medo de encher a tela de recursos que quebram o fator naturalista da encenação. O começo que apresenta o restaurante localizado em um prédio tão alto quanto intimidador, a forma como a câmera passeia pelos espaços, o ecossistema vivo de personagens que podem ser tanto mundanos quanto arquitetos daquela teia de conspiração isso já é bom demais. O destaque e o crescimento da paranóia por medo de um holofote nada natural, as cartelas de texto que ressaltam as dúvidas e os anseios e todo o subtexto de se impor de forma mais altiva após passar por uma situação traumática é enervada pelo momento, pela ordem e decisão crítica da protagonista. Rever esse foi mais divertido, ainda acho que não é uma obra prima, acho que o Landon tem filmes melhores, mas reconheço que até no que eu acho mais fraco dele, ele ainda se prova um diretor excelente e eu quero mais trabalhos dele sim. Em Christopher Landon we Trust!

1d ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

Drop

Um filme que os vícios em capturar a atenção de uma geração que precisa do hiperestimulo como forma de captar sua atenção acaba desperdiçando suas boas ideias e uma direção sólida que quando não tá jogando uma cartela de mensagens a cada 5 minutos, tem bons respiros, mas que não é o suficiente pra criar um filme minimamente memorável no todo. Acho muito engraçado como "Bagagem de Risco" ganha adjetivos como "genérico", "bobo", "sem peso" e etc, quando o Jaume Collet-Serra é um dos poucos diretores em ação que consegue trabalhar o uso da tecnologia e essa questão do digital que nos cerca pra construir suas histórias quando esse filme, Drop, repete a mesma base de um filme lançado em 2023, mas que não confia na própria proposta e nem na encenação, no seu espaço de confinamento pra traçar sua história e reviravoltas. Ao invés de apostar na questão mais voyerista (porque sim essa é uma das propostas) o filme se interrompe com cartelas que não define o cenário, mas cria recortes que acabam despedaçando os espaços e ao invés de "Um Corpo Que Cai" na proposta de vertigem de espaços altos e questões pessoais, coisa que o filme até brinca inicialmente, ele é um "Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo" com a necessidade desesperada de um novo estímulo rápido pra que você não pisque e perceba como ele é frágil de forma geral. E aqui você pode fazer uma check list dessas qualidades, mas ainda mais das fragilidades, encenação fraca quando precisa trabalhar o mistério, mortes que não acontecem em primeiro plano ou de forma frontal pra gerar uma dúvida boba e o pior de tudo, o final que não gera catarse porque não conversa com o trauma da protagonista de forma tão direta quanto ele quer fazer (sim outro filme necessário). O estudo de personagens é outra questão fraca. Pode entrar personagem traumatizada por um relacionamento abusivo número 368, o trauma não é o problema em si, mas o fato da personagem não ter nuances e um propósito para além disso. Ela ama o filho e só. E aqui cabe dizer que o trabalho da Meghann Fahy é muito bom, o filme não é mais fraco por causa dela, uma pena que a entrega dela não faz jus a história que o Christopher Landon quer contar. Chega até a ser bizarro porque em determinado momento ele parte pra ação, mas ele é tão contido na encenação que nem os giros de câmera e o carrinho no final, a parte que me fez rir de forma genuinamente boa, ajudam. Falam que a cena de ação na cena do carro do filme do Jaume Collet-Serra é sem peso, porra se ela é sem peso as cenas de ação desse aqui são inexistentes, até quando a cena do prédio acontece, ao invés de dar foco no tamanho daquela queda, o diretor capta como se fosse uma janela que tem meio metro de altura então assim... Uma pena, adoro os filmes do Landon que eu vi, mas aqui ele tá mais preocupado em fazer o maior número de edits possíveis pro TikTok e uma mensagem okay do que necessariamente um filme! Não é uma performance bem atuada que melhora esse filme, na verdade isso só piora tudo, performance boa em filme meh deveria ser crime! Esperei "Quando Um Estranho Chama" recebi "Quando Um Estranho Te Baita Com Shitposts de 2020".

1d ago
lestrek's profile
lestrek

Drop

y'a quelques mouvements de caméra sympa mais dans l'ensemble c'est plutôt naze

1d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Drop

Landon nem faz mais questão de enfeitar que é fissurado no cinema do Wes Craven e o clímax de Drop é a reafimação absoluta: a catarse vai escalonando de uma corrida alucinante para voltar ao ambiente doméstico, agora convertido nesse espaço Craveniano de confronto; a residência suburbana sempre preenchida pela luminosidade de uma aparente paz que só potencializa ainda mais esses conflitos. Todavia, é nessa paranóia hiperestilizada que reside a vertiginosidade agreste de seu longa, uma pulsão tão legítima não apenas pela evidência da farsa, mas pelas dimensões da performance: do beijo em câmera lenta como instrumento que se converte na expressão mais genuína possível até mesmo a imagem-chave da narrativa, uma simulação que a imagem assimila bem ao converter o olhar do anônimo na única evidência que o espectador tem do ato. E o que resta é esse jogo de tensões que vai se afunilando, colapsando em closes grosseiros, ângulos holandeses e slow motions que dilatam esse tempo. Assim como Adam Wingard, o cinema de Landon encontra no seu repertório cinematográfico não uma limitação alusiva, mas uma potência enervante, que atormenta o espectador na progressão do suspense até explodir.

2d ago
vinguson's profile
vinguson

Drop

That was the best date i've ever watched. It was romantic, sad, warm, and also thrilling and suspense. I would throw a shit too if i had a date and some random person trolling me with airdrop. That's sucks, but the chemistry between Henry and Violet was so good, i hope they're doing romcom soon.

2d ago
lucksvn

Drop

tava dando nada, mas valeu a pena assistir só por esse final JKKKKKKKKKKKKK ela merecia ter o date dela 💔

2d ago