Diary entries forMy Sweet Orange Tree
My Sweet Orange Tree
“saudade igual ainda para manuel valadares, que mostrou aos meus seis anos o significado de ternura” vou me matar
My Sweet Orange Tree
Ai que a estética da fome... Uhum, senta lá Cláudia! Admito que esse filme possui algumas muletas emocionais que podem saltar na tela, a forma como a câmera se posiciona de forma a focar no rosto de um João Guilherme que está surpreendentemente dedicado. O rosto que expressa tristeza, melancolia e abandono... Mas encontra no personagem do José de Abreu uma resca de afeto, carinho e atenção. Existe um uso deliberado de uma lente que deforma cenas e personagens para desumaniza-los. Seja no primeiro encontro com o portuga ou na cena do pesadelo, cena essa que transforma um pesadelo de uma pessoa em luto em uma cena de terror genuína e a entrega dos protagonistas... É simbiótica. A cena final que se segue de uma nota de rodapé é mística, esperança, carinho e um pouquinho de melancolia. Chorei que nem uma cachorra!
My Sweet Orange Tree
vou me matar
My Sweet Orange Tree
eu não tô conseguindo escrever de tão tocada. que história sensível, até nos mínimos detalhes. o Zezé não ter amor em casa e ser identificado como o “menino demônio” só porque era uma criança sendo criança, não limitou ele de identificar e abraçar o carinho e a ternura vindo de outra pessoa, alguém de fora da família. meu deus, eu só queria que essa criança pudesse ter sido feliz. “- Como vais matar seu pai? - Aqui dentro. Quando você vai deixando de gostar de uma pessoa, ela vai morrendo dentro de você.“ P.S. se eu não assistisse esse filme nunca ia saber que o joão guilherme atua bem
My Sweet Orange Tree
odeio minha vida