Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings
𝖓's profile
𝖓
Monday, 17 April 2023

No note added for this entry.

cheska's profile
cheska

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

THIS IS WHAT HAPPENS WHEN U REMOVE YT PEOPLE.

5h ago
astrid's profile
astrid

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

petition to replace hawkeye with katy

12h ago
grimmer

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

A very fun and entertaining film, even if it doesn’t really take any risks. At this point you know what you’re getting with Marvel films, good guy beats bad guy in CGI, and this is no different, but the fight scenes are so well choreographed it makes it entertaining. The animals are very cute. I can’t help but feel Shang Chi’s sister, Xialing, is massively underused in this. She doesn’t really do a lot, and instead of letting her save the dragon it’s Katy who does. Personally, I’m not a massive fan of Katy. Sure, she does offer comedic relief, but after only one day of training she manages to shoot an arrow perfectly at a distance we’ll over a thousand feet. Doesn’t really make a lot of sense, and worst of all is the post credit scene. Shang Chi pretty much gets invited into the avengers, but so does Katy?!?!? It took Spider Man saving the world multiple times, with super powers, years to be invited to become an avenger. It took Katy a couple of days, one day of training and one well placed arrow. It’s stupid. But apart from that, it’s a good action film with beautiful CGI and pretty amazing fighting. Watched at Vue with my beautiful ❀

20h ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

Que a Marvel investe em um planejamento calculado tanto no lançamento em massa de suas produçÔes quanto na organização artĂ­stica de suas obras Ă© algo antigo e, infelizmente, limitador. Claro, Ă© nĂ­tido que estou soando repetitivo, jĂĄ que reclamei dos mesmos problemas em inĂșmeras produçÔes da empresa, cuja fragilidade narrativa e formal em conceber projetos e mundos particulares era um reflexo da insegurança de um estĂșdio controlador que busca oferecer ao seu pĂșblico um conteĂșdo facilmente digerĂ­vel e raramente desagradĂĄvel. O que para alguns Ă© visto como uma diversĂŁo em estilo “montanha-russa”, para outros, Ă© um cumprimento de tabela, uma ordem que atua menos em favor das produçÔes e que limita o poder cinematogrĂĄfico das imagens em cena. Shang-Chi e a Lenda dos Dez AnĂ©is Ă© isso e ao mesmo tempo vai contra tal tendĂȘncia: assim como CapitĂŁ Marvel ou Thor: Ragnarok, ambos audaciosos em diversos aspectos, mas presos as estruturas e bases do planejamento Marvel/Disney, Shang Chi acaba por ser prejudicado pelo demĂ©ritos de sempre da empresa mas encontra virtudes em seus pequenos respiros, escapes que fazem a obra se sobressair em comparação com a maioria das coisas que o estĂșdio vem lançando faz algum tempo. É uma obra no meio dos trilhos que nĂŁo parece saber qual caminho escolher e acaba se desdobrando para agradar tanto espectadores que nĂŁo exigem demais das produçÔes e entram na sessĂŁo pelo puro divertimento da fantasia higienizada e burocrĂĄtica quanto aqueles que anseiam por algo formalmente mais caprichado. Curioso que o filme abre entregando algo verdadeiramente surpreendente para quem se acostumou com as dinĂąmicas cĂȘnicas tĂŁo bĂĄsicas do MCU: começa com uma fluidez da cĂąmera pelo espaço que reitera toda a artificialidade do ambiente, seja da iluminação intensa atĂ© as cores saturadas, tudo reforçando o que existe de mais encantador naquela sequĂȘncia; a fluidez dos golpes Ă© intensificada pela delicadeza da cĂąmera em percorrer o movimento dos corpos com graciosidade, uma elegĂąncia e deslumbre que vai desde o uso do slow-motion atĂ© a cadĂȘncia rĂ­tmica em como tudo se desenvolve, uma cena que remete a todo o encantamento das relaçÔes do corpo e natureza de uma obra como Green Snake do Tsui Hark. Existe algo de muito promissor em como o diretor Destin Daniel Cretton (Short Term 12, Just Mercy) decupa esse segmento e nota-se um legĂ­timo interesse de sua parte no potencial imagĂ©tico da premissa e do universo. AtĂ© o clĂ­max, Shang Chi caminha bem no quesito “ação” do seu universo: a sequĂȘncia no ĂŽnibus, ainda que ofuscada pelo acinzentado fosco da fotografia, Ă© um show de encenação que mantĂ©m o rigor fluĂ­do do segmento com o Tony Leung e a Fala Chen dentro de um combate, de fato, com golpes desferidos em prol de machucar (dentro do controle da empresa, claro), usa bem do ambiente em constante movimento e claustrofĂłbico para mudar o curso da narrativa no processo; ainda que excessivamente escura, vale destacar o segmento no prĂ©dio que tambĂ©m carrega suas inventividades, uma pena que escolha omitir boa parte delas, em especial, quase todos os momentos da Meng’er Zhang — que Ă© notoriamente uma das mais confortĂĄveis em cena, especialmente no quesito das lutas e na imponĂȘncia de sua presença fĂ­sica. O problema com a ação sĂł inicia a partir do ponto que se abandona o micro estiloso dos combates e se perde na grandiloquĂȘncia do estĂșdio no confronto final: quase tudo carrega um forte potencial de encantamento e o começo atĂ© sugere embarcar em algo mais exagerado e entregue ao prazer imagĂ©tico pelas cores que a apresentação do vilarejo (palco da luta final) trazia consigo. Na prĂĄtica, Ă© bem diferente ao banhar uma grande parcela da dissolução em uma fotografia opaca, acinzentada e sem vida que retira o encanto grĂĄfico dos seres e golpes, substituindo por momentos encenados de modo bĂĄsico e pouco atrativo. Perde-se o potencial de um clĂ­max banhado em cores e luzes intensas que o prĂłprio filme sugeriu e encontra-se a artificialidade mais desinteressante que o estĂșdio poderia criar, jogando o potencial do conflito no lixo ao investir no que existe de mais burocrĂĄtico no subgĂȘnero atualmente. E pesando contra o filme, tal qual falei na abertura, Shang-Chi ainda Ă© um pobre refĂ©m das fĂłrmulas desgastantes e limitantes do MCU, seja nas entradas de humor ou na pressa em tentar ligar pontas que reiteram constantemente ao espectador que tampouco o que estĂĄ em cena Ă© importante, mas sim o potencial do que virĂĄ nos capĂ­tulos seguintes, passando atĂ© pela superficialidade dos arcos dramĂĄticos que, alĂ©m de apressados, sĂŁo entregues em flashbacks encenados de maneira distante e pouco emotiva. Defeitos esses que, provavelmente, irĂŁo permear as obras da empresa por um bom tempo, jĂĄ que o interesse comercial da Disney continua a superar as virtudes artĂ­sticas das produçÔes, criando projetos construĂ­dos no automĂĄtico, pensados apenas como a ponta de um mundo maior e nĂŁo tendo importĂąncia de modo isolado. Poderia passar inĂșmeras horas falando do que Shang-Chi e a Lenda dos Dez AnĂ©is poderia ter acertado e no que ele errou, mas seria repetitivo, jĂĄ que Ă© mais uma produção da Marvel Studios que parece completamente perdida em meio as decisĂ”es da empresa, se configurando como mais um capĂ­tulo frustrante em meio ao enorme e longĂ­nquo planejamento empresarial e comercial da Marvel/Disney. Mas, em meio a tudo isso, ainda dĂĄ para encontrar lampejos de criatividade e charme, mesmo que sejam pequenos pontos dispersos em 2h de mais do mesmo.

2d ago

Sign in to track, rate and review films

Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings

Sign in to track, rate and review films