Diary Entry forEmotion
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Emotion
Watching this directly after House was fascinating and invigorating. Makes me want to take my camera out and about again, make a no-budget something something
Emotion
Emotion is a wacky little film. Having seen Obayashi’s best known film House, I wasn’t quite sure what I was going to be in store for here, but was certain that it was going to be something unique. And unique it certainly was - Emotion peddles the line between avant garde and, surprisingly, commercials, highlighting the power that editing can have over a project. It’s a modge-podge of imagery with loose ties to a story, but it establishes itself within its own world and goes with it, leaning into the technology of the 60’s with editing, while still trying to do something entirely unique. It certainly isn’t the most cohesive film, but makes for a very interesting watch, especially as a companion to House, where we can see Obayashi establishing his visual style as an artist, years before the release of his best-known project.
Emotion
Cinema is broken. Simply, text, images, moving in opposite directions, new directions, nouvelle vague, leaving holes in the storyline to make you jump from line to line, exhaust you, blur the eyes until you are no longer watching film but the deconstruction of film. Subtly vampiric, it is less about what happens and more about how everything happens. Not a moment to blink. Not a breath to spare.
Emotion
— O forte ruído do vento selvagem... Onde estão aqueles que morreram? Eles partiram em uma jornada. Que experiência única e especial foi assistir Emotion, que eu sequer sabia que seria meu segundo filme de Nobuhiko Obayashi. Mesmo sendo um curta-metragem, eu não consigo nem imaginar como colocar em palavras as tantas emoções que senti enquanto assistia, apesar de isso provar como a escolha do nome foi correta. Ainda assim, irei tentar. Talvez o que mais me chamou a atenção foi a maneira como a narrativa se aproveita de símbolos surrealistas e escolhas visuais para contar uma história sobre a juventude, principalmente na perspectiva feminina do crescimento e amadurecimento. Os paralelos entre a morte e a juventude são ótimos, ainda mais quando pensamos pela forma como geralmente a infância feminina precisa morrer para que a vida adulta possa nascer. As estações também discutem sobre os anos de amadurecimento, em que a primavera e o verão ficam em foco total. Além disso, todos os temas me deixaram muito envolvida, como amizade, amor, paixão e amadurecimento. Gosto muito das escolhas visuais, com cenas que me deixaram muito intrigada, entretida e surpresa. Uma em específico, com um duelo, foi uma das melhores coisas que eu já assisti pela maneira que brinca com o significado de uma palavra, trazendo elementos visuais e o peso daquilo que a história está discutindo. Não sabia o que esperar desse curta, afinal conheci por causa de uma imagem no Pinterest, mas fui surpreendida com algo muito diferente e interessante na sua própria maneira, fazendo com que eu consiga entender um pouco mais do que o diretor fez, anos mais tarde, em House. Não gosto de comparar dessa maneira, no entanto, senti muito que esse filme parece nascido entre a forma da French New Wave e daCzech New Wave. Filmes como Acossado (1960), Daisies (1966), Valerie And Her Week Of Wonders (1970) e F For Fake (1973) parecem fazer parte do mesmo universo do qual esse filme vive, por mais que alguns tenham acontecido ao mesmo tempo ou alguns anos depois.
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