Diary Entry forFantastic Four
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Fantastic Four
je pensais vraiment que ça serait moins pire que dans mes souvenirs. *say that again*
Fantastic Four
yeah... this was really bad.
Fantastic Four
De certo modo, Ă© uma posição muito confortĂĄvel falar mal de um filme como Quarteto FantĂĄstico de 2015: jĂĄ destruĂdo por pĂșblico e crĂtica na primeira semana, ridicularizado pelq maioria sem qualquer brecha ou abertura para um olhar mais gentil - ainda mais levando em conta esse contexto turbulento das filmagens - , Ă© difĂcil encontrar um espectador que nĂŁo entre predeterminado a desprezar a obra pelas razĂ”es mais infrutĂferas possĂveis que qualquer discussĂŁo sobre arte possa suscitar. Ă um terreno atĂ© prazeroso para alguns, quase uma segurança de reafirmar o que jĂĄ foi vomitado no escĂąndalo generalizado do nerdzinho mĂ©dio. O curioso nisso tudo Ă© perceber que, atĂ© os mais fervorosos que assumiram ter admirado a primeira metade com o processo dos testes envolvendo a mĂĄquina, esse pĂșblico nĂŁo percebe que a maior parte do longa Ă© centralizada nisso: Trank tem um olhar dramĂĄtico atĂ© minimalista em como decupa essas relaçÔes que possuem um tempo prĂłprio muito bem aproveitado, seja nesses olhares espontĂąneos, nesses ajustes de lente da cĂąmera - o rack focus na cena que Victor observa Reed e Sue interagindo, Johnny em primeiro plano respondendo a Sue - , nesses gestos nĂŁo verbalizados que o filme captura bem. HĂĄ uma lĂłgica de cinema independente atĂ©, algo no meio de um Mumblecore e uma produção distribuĂda pela A24 no começo do estĂșdio. Pensando nisso, o elemento da fantasia aqui entra como um dispositivo de ruptura, tĂŁo propenso a criar uma rachadura entre essas fronteiras do real e do fictĂcio que nĂŁo assusta a discrepĂąncia violenta dos corpos reais habitando momentaneamente aquele planeta quase que essencialmente artificial, composto por green screens berrantes que escancaram a sua natureza. Essa rachadura nas delimitaçÔes Ă© tĂŁo visceral que o resultado descamba em um body horror agreste que, mesmo furtivo, Ă© capaz de gerenciar algumas imagens mais perturbadoras para uma produção como essa; no limiar de violar esses corpos, rasgĂĄ-los atravĂ©s desse CGI tĂŁo plĂĄstico do planeta que deforma o fĂsico dos personagens nessas composiçÔes assombrosas: Reed na maca com os braços e pernas esticados, Ben berrando ajuda enquanto estĂĄ preso em uma pilha de rochas, Johnny ininterruptamente flamejante, quase um cadĂĄver que se recusa a parar de queimar, Sue em estado oscilante na qual seu corpo some e volta das transformaçÔes em invisĂvel. Ă no gap de 1 ano que o longa se atropela por inteiro: o filme se torna desesperado para atingir um propĂłsito que nem ele mesmo consegue diagnosticar, as intervençÔes do estĂșdio se tornam evidentes de tal modo que prejudica o andamento narrativo, sempre parece que falta algo, que sobrou pedaços de uma segunda metade triturada pelas ambiçÔes mercadolĂłgicas; quando Von Doom volta da outra dimensĂŁo, o que era instigante atĂ© ali cai por terra e o resultado Ă© um clĂmax apressado que atĂ© poderia ocasionar raiva, mas o sentimento predominante aqui Ă© tristeza - e nĂŁo da forma que vocĂȘs imaginam. Dez anos apĂłs a algazarra de cenas excluĂdas na montagem, de ideias interrompidas, de bastidores catĂĄrticos e da hostilização desmedida ao cineasta - Trank foi quem inegavelmente sofreu mais: foi incapacitado de concretizar sua obra por completo e foi crucificado por isso - , esse longa do Quarteto FantĂĄstico nĂŁo Ă© horroroso como as mĂĄs lĂnguas vociferam, mas Ă© quase inevitĂĄvel sair dele triste, mesmo gostando. Ă deprimente.
Fantastic Four
The first half of this movie was good, really good. I was invested in these characters and the story Trank was trying to tell. However, after they get their powers, the entire narrative falls apart. The last half was very weak, and a waste of Dr. Doom. Hopefully if there is a sequel, the studio can manage not to interfere this time.
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