Diary Entry forThe Boogeyman
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The Boogeyman
SPOOKTOBER #9 This movie is seriously generic, nothing too wild, just your run-of-the-mill stuff. Honestly, we've seen enough of these kinds of movies. Time for something way cooler!
The Boogeyman
Uma família que perdeu a mãe recentemente luta para seguir a vida normalmente enquanto uma entidade que se alimenta do sofrimento das pessoas é uma ameaça e eles devem se unir para vencer esse monstro, tanto físico como o luto. O grande destaque desse filme é com certeza o trabalho de câmera e a direção que utiliza do escuro a seu favor, infelizmente o filme está repleto de Jumpscares fáceis e muito facilmente rastreáveis, o grande diferencial é a conexão da criatura que utiliza do luto e do sofrimento alheio para se fortalecer, porém outra adaptação de Kingbja fez isso e fez melhor, o Pennywise de "It: A Coisa". O filme também falha em criar dramas, pois como esse não é o foco do filme, todo esse arco narrativo é sub-aproveitado e não tem peso emocional algum e as atuações que não são bem direcionadas a esse peso dramático não ajudam muito. De longe o maior acerto são as situações de perigo que, por utilizar o escuro de forma muito bem feita, cria toda uma atmosfera que te faz ficar olhando casa canto escuro do cenário e o designe da criatura é outro acerto gigante que, temendo cair no lugar comum, cria algo simples, mas funcional e que tem suas características únicas tanto em conceito como execução. No mais "The Boogeyman: Seu Medo é Real" é um filme de terror funcional para aqueles que não esperam um filme espetacular, mas que conseguem se satisfazer com algo simples, porém bem executado na medida do possível!
The Boogeyman
it started kinda good and ended very generically
The Boogeyman
Impressiona como a câmera de Rob Savage atua nessa maleabilidade ao se infiltrar na mise-en-scène, sempre se renovando de alguma maneira; esda fluidez age como mediadora da presença sobrenatural, potencializando tanto a atmosfera de horror quanto a dramaturgia do trauma familiar - os zooms, close-ups e a disposição reduzida de luz nos cenários auxiliam nisso. O espaço doméstico torna-se o palco para Savage brincar com as possibilidades que o seu arsenal parece dispor e sua decupagem se adequa bem a cada necessidade, da antecipação até a omissão como pulsão do terror crescente que existe como ponte para a restauração do luto na catarse final que rejeita alegorias presunçosas. Dois momentos de destaque: a sequência no consultório e as modulações com a luz através do corte na busca pela sugestão da manifestação sobrenatural e o close-up na protagonista, onde vislumbramos movimentações desfocadas no extracampo que aumentam a carga angustiante do segmento.
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