Juror #2

Diary Entry forJuror #2

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Austin
Sunday, 20 April 2025

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juan's profile
juan

Juror #2

This movie really hit me. Eastwood’s slow pacing pulled me in, allowing the moral ambiguity to sink in on a deeper level. Courtroom dramas have always fascinated me because they make me feel like I’m right there with the jury, deciding what’s real, what’s honest, and what feels most truthful. And that ending, wow, leaving me thinking about it long after. Nicholas Hoult was phenomenal in this too—he really brought something special to the role.

2h ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

Juror #2

A justiça é cega, mas a verdade é muda! Deus como é bom estar vivo e poder usufruir de um Clint Eastwood que consegue captar tanta coisa de forma simples, mas tão gigante. Um filme de julgamento que não se basta na premissa base, o cinema questionador e contraditório de Clint é certeiro. Jurado #2 é o filme que questiona o sistema de justiça, transforma questões micro em macro, Nicholas Holt é o modelo americano ideal, principalmente quando se fala do discurso meritocrático de grande retorno, um homem de família que tem uma esposa, um trabalho estável e um filho a caminho, mas o problema começa quando a convocação pra ser júri se transforma em um vasculhamento sombrio que põe em jogo tudo que ele acredita. Ética da verdade, a justiça como forma de liberdade, será se todo o ser humano que nasce livre está disposto a justiça e de que justiça estamos falando? Clint é minucioso no que ele faz, os zooms no rosto do protagonista que hora está divagando e hora está desviando o olhar. Mas como o foco não é ele, ninguém liga e quando a tomada da decisão do júri se transforma em uma investigação... Suas questões morais são minadas. A busca por justiça se perde, o empenho em inocentar esse homem se vai e a fachada do homem honesto precisa ser sustentada, talvez não tanto pelo indivíduo, mas sim por quem depende dele. Mas o maior trunfo aqui é Eastwood não encher ou depender de muletas como uma trilha que te força a emocionar ou grandes rostos que tomam lugar na tela, J. K. Simmons mesmo é uma participação especial que logo se vai pra não falar do Kiefer Sutherland. O melodrama é minimalista, mas é econômico e funcional. Clint economiza no que é necessário e não dúvida da inteligência do espectador. A única reunião do AA já diz tudo sobre o passado do personagem, o medo na esposa sobre a gravidez já denota um trauma de perda e isso sem muito, mas tem peso e quando os personagens do Júri são abordados, cada um tem sua motivação do inflexível que não acredita em segundas chances até a pessoa mais disposta a acreditar na inocência de alguém. E nisso o filme se retroalimenta dos falsos paradigmas do que é certo e errado, até onde justiça é pra todos e o que define a régua moral de alguém... Uma família nuclear? Uma cerca branca? Uma história de redenção pessoal que conversa com o discurso falho e fraco de meritocracia e triunfo do indivíduo? Muitas questões e o filme não se dispõe a dar respostas, inclusive o final é basicamente dizendo você quer um vilão ou um herói? Não vai ter não amor é isso e seja feliz, ou não. Inconformado que esse filme teve um descaso tão grande por parte da Warner, seria gigante ver esse numa tela de cinema, mas é aquilo antes ter visto em casa do que não ter visto de jeito nenhum.

1d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Juror #2

Por ora, o que digo é: o diálogo de Justin e Faith após saírem do tribunal é revelador em vários níveis, mas como o plano que encerra a cena comunica (https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS5WAucwByyEabbHcTyt2AxHMk0Ffwmy4s_yo5XD2o-RDx-DmlTwIiaGzE&s=10), Jurado #2 é sobre esse constante embate moral que seus personagens travam com relação a real natureza da justiça e até que ponto ela se permite enganar-se pelas aparências. Nesse sentido, é um dos maiores longas estadunidenses desse século sobre a farsa que é o "American way of life" - a imagem das viaturas passando em frente a casa do protagonista - e sobre as inúmeras contradições de um país fundamentado na contradição. É só o que consigo falar no momento.

2d ago
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PHOENIX

Juror #2

When Innocence Becomes Guilt “Juror #2” is one of those rare films that kept me on the edge of my seat, rooting for the main character. I was thoroughly impressed by the plot’s concept and its execution. Nicholas Hoult delivered a masterful performance, showcasing exceptional talent. Toni Collette and J.K. Simmons were equally brilliant, bringing depth and nuance to their roles. This magnificent crime drama easily earns its place among the best.

2d ago

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