Diary Entry forStar Wars: The Last Jedi
I watched it once in the theater and haven’t seen it since, that’s how bad this is.
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Visuellement le meilleur star wars
Star Wars: The Last Jedi
Everything's happening down at Club Snoke
Star Wars: The Last Jedi
Not for me, but it's kinda fun and even cartoonish in spots. The shit-baby fandom needs to die.
Star Wars: The Last Jedi
1. Um certo youtuber de "nerdices" que vocifera "amar cinema" em suas "análises" mencionou uma vez o uso dos close-ups desse filme aqui como um demérito. A justificativa seria que, de algum modo, a decisão obliterava os planos gerais pra mostrar a dimensão desse universo e ceifava tal opinião comparando com a "direção" de J.J. Abrams no capítulo anterior e a "decupagem" dele pra mostrar "encantamento" - ou algo próximo - por esse mundo (https://youtu.be/UxOXMsLY2nk?si=fpERz7Fvlyp0WzIX&t=476). O que ele ou qualquer outro que adora exaltar as imbecilidades de um picareta industrial como o Abrams não vão perceber é que isso revela mais sobre ele e Rian Johnson do que sobre o filme ou o universo mitológico de Star Wars como um todo. Para Abrams, tudo em cena é visto pela ótica do encantamento de fã, ansiando mostrar o quanto admira a franquia e é devoto dos seus signos e ícones. A Millennium Falcon aparecer pela primeira vez em O Despertar da Força não é um ponto narrativo importante, mas uma exposição, uma vitrine iconográfica que torna aquele objeto de aclamação uma relíquia de fascínio em um museu de exposição. O intuito não é operar em prol da necessidade dramática do momento, mas criar o efeito de histeria coletiva dos "Reactions Audiences (https://youtu.be/h6vfEq-UkrY?si=x6U0xEL-DpA-tCJb&t=138)" de blockbusters - da Disney, claro - espalhados pelo YouTube. 2. E isso difere Abrams de Rian Johnson: o simples fato de que o segundo destruiria a Millennium Falcon em mil pedaços, se isso fosse uma necessidade. Johnson não enxerga o ícone como tal, mesmo que também seja um fã da franquia. A prova disso é a famigerada cena do Luke arremessando o sabre para trás; oposto ao fandon odiento, aquilo para Skywalker não é um objeto sagrado, mas uma memória dolorosa, um gatilho de uma vida atrelada a uma guerra interminável contra um mal sempre cíclico, coletando perdas e cicatrizes profundas. Mais tarde, o mesmo sabre é destruído por Rey e Kylo Ren em um "cabo de guerra" com uso da força. Johnson não é indiscreto em comentar nessa cena acerca do fandom odiento - formado em grande maioria por adultos que agem como crianças birrentas - e o apego infantilizado que o fazem proteger esse "brinquedo" que tanto veneram em camisas, action figures e fantasias que usam nas pré-estreias sem perceber que são os responsáveis pela violenta distorção do ícone, não restando escolha para o cineasta a não ser quebrar o objeto de adoração diante dos nossos olhos. 3. Voltando aos close-ups: enquanto J.J. Abrams sacrifica suas imagens para atender os interesses do estúdio e dos fãs extremistas e reacionários e cria um filme que mais glorifica do que se aprofunda naquele mundo, Johnson faz questão de potencializar o que existe de precioso naquele universo; dos rostos e expressões revelando anos de angústia, traumas, receios e afetos através de uma dramatização do plano que, ao se aproximar dos olhares e dos pequenos gestos, transmite a humanidade naquelas personas iconográficas; o cineasta escolhe ver aquelas figuras menos como estátuas da cultura pop, mas com um respeito dramático que pouco ignora o peso mitológico da presença deles naqueles ambientes. Nota: Não paro de pensar nas cenas da sala do Snoke. É de um apreço pela cor, pela nitidez, pela intensidade do vermelho na mise-en-scène que é impossível de ignorar. E o contraste com o fogo incrementa isso. Certamente são as imagens mais coloridas de qualquer filme da Disney em muito tempo. (https://www.youtube.com/watch?v=2IR9NexyrcM&pp=ygUoc3RhciB3YXJzIHRoZSBsYXN0IGplZGkgc25va2Ugcm9vbSBzY2VuZQ%3D%3D)
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