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Star Wars: Episode II - Attack of the Clones

star wars dayyyy

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Star Wars: Episode II - Attack of the Clones

may the fourth be with u!!!! saga da minha vida inteira! amo demais tudo nesse universo maravilhoso que me acompanha desde quando eu era criança, e até hoje ainda se mantém sendo uma das minhas sagas preferidas e uma das melhores construções de universo de todos os tempos. PADME MEU DOCE TE AMO E ANAKIN NAO HÁ PALAVRAS TE AMO MEU AMOR

Star Trek IV: The Voyage Home

baleias corcundas? spock nao entende girias? kirk dando em cima de mais uma mulher? nothing new

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Star Trek IV: The Voyage Home

um filme em que eles literalmente viajam no tempo até 1986 e o plot é basicamente ligado ao motivo de que a terra vai se acabar por causa de uma sonda que ameaça o fato de que não há mais baleias corcundas no planeta. meu deus, sem dúvidas o filme mais aleatório que eu já vi na minha vida e me surpreende ainda mais ele ser do próprio universo de Star Trek, mas nada é normal aqui, e eu amo isso. amo o fato de que o filme tem bastante piadas com relação a eles serem totalmente fora de época e spock está meio desmemoriado e kirk tentando desesperadamente que ele se lembre mais sobre quem ele é e sobre a amizade dos dois, sinceramente, uma das melhores duplas da ficção. se o terceiro filme ainda carregava o peso emocional e político da perda, esse aqui faz algo que, à primeira vista, parece quase ousado demais: se permite ser leve… completamente maluco e idealista. a mudança de tom é imediata e, pra muita gente, até desconcertante. depois de uma abertura que ainda ecoa as consequências do filme anterior, a narrativa dá uma guinada e se transforma em uma aventura de viagem no tempo com forte inclinação cômica. no fundo, Star Trek nunca foi só sobre tensão, guerra ou dilemas existenciais densos, sempre foi sobre ideias. aqui, a ideia central é surpreendentemente simples e que eles já fizeram antes até mesmo na série: salvar o futuro exige entender o passado. a premissa sendo uma sonda alienígena que ameaça a Terra ao tentar se comunicar com uma espécie extinta poderia facilmente ser tratada como mais um conflito épico. mas o filme escolhe outro caminho. em vez de batalhas espaciais, temos uma missão quase absurda: voltar ao século XX para encontrar baleias. o filme levanta uma pergunta incômoda por trás do humor: e se aquilo que destruímos hoje for essencial amanhã? e tudo isso é conduzido com uma leveza surpreendente. grande parte do charme do filme vem do choque cultural. EU AMO ver James Kirk tentando se adaptar ao cotidiano dos anos 80 mas é Spock quem rouba a cena. a lógica vulcana, colocada em contraste com gírias, costumes e comportamentos humanos da época, cria momentos genuinamente cômicos. o humor aqui não diminui os personagens; pelo contrário, humaniza ainda mais. a tripulação da Enterprise funciona como uma família deslocada no tempo, e essa dinâmica dá ao filme um calor que poucos capítulos da franquia alcançam. uma sensação constante de companheirismo, de união, mesmo que isso envolva situações completamente improváveis. e talvez o mais interessante seja como o filme equilibra tudo isso sem perder sua identidade. por mais leve que pareça, The Voyage Home continua sendo uma obra sobre responsabilidade coletiva, sobre as consequências das nossas escolhas e sobre a relação entre humanidade e natureza. amei a mensagem de ecologia! sou uma grande fã de biologia e ambientalismo. depois de dois filmes mais densos, essa abordagem funciona quase como um alívio emocional. não é um alívio vazio e sim um lembrete de que nem toda mensagem precisa vir carregada de peso para ser significativa. as vezes, a leveza é justamente o que permite que a mensagem chegue mais longe. adorei finalizar essa “mini trilogia” dentro dos filmes de star trek.

Star Trek II: The Wrath of Khan

O SPOCK MORREU MAS PASSA BEM

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Star Trek II: The Wrath of Khan

Spock: Não se aflija, Almirante. É lógico. As necessidades de muitos superam... Kirk: As necessidades de poucos. Spock: Ou aquele. Eu nunca fiz o teste de Kobayashi Maru até agora. O que você acha da minha solução? Kirk: Spock. Spock: Eu fui... e sempre serei... seu amigo. o GRANDE comeback do que na minha opinião é o melhor vilão de Star Trek, Khan! e ele ainda carrega o nome desse filme!!! adorei a introdução desse e achei até melhor do que o primeiro nessa parte até chegar o kirk, que aqui subiu de patente e é um fucking almirante e tem todos os motivos pra querer uma vingança contra a enterprise. um dos melhores filmes de ficção científica que eu já vi em toda a minha vida. eu adoro esses resgates de vilões ou temas que ocorreram numa saga, e em star trek por ser uma série dos anos 60, eles tiveram um cuidado bem legal em não estragar a storyline e ainda assim trazer um tema totalmente novo. amei que além de tudo, são os mesmos atores e os personagens mesmo mais envelhecidos, possuem a essência deles na série. genial. o filme é sem dúvida nenhuma, muito melhor do que o primeiro e bem melhor do que vários episódios da série clássica. mesmo não tendo o orçamento dos blockbusters espaciais contemporâneos da época, ele realmente não economiza nos elementos de produção como trilha sonora, além de um roteiro surpreendentemente comovente e que ainda vemos kirstie alley na história também. gosto muito da ideia do kirk ter um filho (david) que também participa do Gênesis e da construção do projeto MAS me deixou completamente chocada essa informação ter sido só jogada sem sequer ter um desenvolvimento na relação deles dois…pelo menos teve um abraço no final. mas podia ser ainda pior porque lembrei do episódio em que o kirk na série clássica fica com amnésia e forma uma família com uma mulher aleatória e a série simplesmente ESQUECE que ele teve um filho com essa mulher e não citam mais ela. muito aquela coisa… homens como eles não podem ter famílias e nem se prender a ninguém, meio triste, mas é um sacrifício. por falar exatamente em sacrifício, achei simbólico o Spock se sacrificar aqui, chorei e ainda lembrei do remake do JJ abrams que colocou uma cena bem parecida que eu também me emocionei muito… e tô ansiosa pra completar os outros dois filmes que continuam a “mini saga” desse segundo filme. “Do meu amigo, só posso dizer o seguinte: de todas as almas que encontrei em minhas viagens, a dele foi a mais... humana."

Star Trek V: The Final Frontier

“please captain, not in front of the klingons..”

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Star Trek V: The Final Frontier

kirk x spock x mccoy melhor trio da história!!!! simplesmente amei e chorei de rir o quanto essa introdução deles foi sensacional e com a dinâmica da série, kirk sendo aventureiro e corajoso, spock implicando e usando a lógica até mesmo pra salvar ele de cair e bones com raiva de kirk por ele ser tão descuidado com a vida (como ele mesmo diz) e zoando spock pelos costumes do planeta dele, assim como eu também adorei a fase de acampamento deles, pena que durou pouco, mas a dinâmica deles em peso nesse filme também foi muito influenciável pra nota que eu estava pensando em dar pra esse filme. certamente achei a história um pouco inferior aos outros, mas gosto tanto do universo que sinceramente percebi durante esse filme que star trek pode fazer o que quiser com o universo nos filmes, eu não vou me importar e não vou me decepcionar, a não ser que seja algo MUITO ruim que eu não consiga nem “passar pano” mas gosto demais dos personagens pra desejar algo ruim pra eles. a estética desse filme é maravilhosa e eu simplesmente AMEI que em praticamente todas as cenas, o trio tá junto e eles sempre tem uma química ótima em conjunto (morri de rir na cena do spock voando e agarrando kirk e mccoy) e a adição do sybok foi ótima. achei esse personagem muito bom, pena que nao foi trabalhado tão bem, mas sem dúvidas os piores são os vilões, que aliás, nem desenvolvimento e nem conclusão tiveram direito. um destaque aqui válido na cena em que todos começam a reviver suas emoções mais profundas por causa da influência do sybok e MEU DEUS a cena envolvendo a atuação do DeForest quando o McCoy revive a morte do pai, as falas envolvendo ele se culpar por ser médico e não achar uma cura pra ele e ter que vê-lo sofrer até a morte… algumas das falas espalhadas por todo o filme elevam-o muito, na minha opinião. kirk dizendo que as dores fazem parte do que somos e por isso é tão importante mantê-las dentro de nós, “droga, Bones, você é médico. Você sabe que a dor e a culpa não podem ser eliminadas com um aceno de uma varinha mágica. São as coisas que carregamos conosco, as coisas que nos tornam quem somos. Se os perdermos, perderemos a nós mesmos. Não quero que minha dor desapareça! Eu preciso da minha dor!” spock testemunhando seu próprio nascimento e tendo que ouvir seu pai dizer que ele é humano demais (com desdém) e mesmo assim, surpreendentemente dizendo que ele não é mais o garoto excluído e que achou o lugar dele na enterprise me deixou muito impactada. pra mim, esse filme é ótimo no roteiro, mas só com relação aos personagens do trio. o resto meio que foi tudo jogado e o plot sobre a busca por Deus e o que ele representa podia ter sido trabalhada com mais afinco. se eu reassistiria filme? com certeza.

Star Trek III: The Search for Spock

KIRK AND HIS JOURNEY TO FIND HIS GAY LOVER AGAINST FEDERATION

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Star Trek III: The Search for Spock

se tem uma coisa que define esse filme, e eu diria até mesmo a própria saga Star Trek original series é justamente essa mistura curiosa entre uma aventura espacial envolvente e uma base temática muito mais profunda do que parece à primeira vista. ele pode não atingir o mesmo nível de impacto dramático de Star Trek II mas funciona como uma continuação direta que expande e complica tudo o que foi apresentado antes, principalmente no campo moral, filosófico e político. já que a trama começa exatamente de onde o filme anterior termina, isso já mostra uma narrativa interessante: não há um recomeço confortável. existe consequência e luto, um vazio deixado por Spock. e é esse vazio que move a história inteira. o almirante (muito estranho chamar ele assim kkkk mas tudo bem!) James T. Kirk, agora mais humano do que nunca, toma decisões que entram em conflito direto com a Federação Unida dos Planetas, e é justamente aí que o filme começa a revelar sua camada mais interessante. amei saber que foi dirigido pelo leonard nimoy!! porque eu sinto que Star Trek, no geral, nunca foi apenas sobre espaço. é por isso que eu gosto tanto dessa franquia desde os primeiros episódios da série original… eles usam ficção científica como metáfora e aqui isso continua muito presente. a ideia é simples, mas poderosa: trocar elementos reais (política, guerra, preconceito, dilemas éticos) por versões “disfarçadas” em um universo futurista. em vez de países, temos planetas. em vez de conflitos ideológicos diretos, temos disputas entre espécies. no fundo, tudo reflete questões humanas. um dos exemplos mais claros disso em Star Trek II e III é o projeto Genesis. concebido como uma ferramenta de criação capaz de gerar vida onde não há nada, ele rapidamente se transforma em um objeto de disputa. a possibilidade de usar essa tecnologia como arma coloca a narrativa em um território muito familiar: o medo da ciência fora de controle. É impossível não associar isso a debates reais sobre energia nuclear ou avanços científicos que podem tanto beneficiar quanto destruir a humanidade. é só a gente pensar um pouquinho e lembrar do que estamos vendo na realidade com as potências mundiais. a pergunta central não é “o que a tecnologia faz?”, mas “quem tem o direito de usá-la?”. é aí que entram os Klingons, liderados por kruge, que aliás, christopher lloyd eterno dr brown de Back to the future está irreconhecível. não são apenas vilões genéricos, klingons representam uma força política rival, interessada em obter vantagem estratégica. o conflito com eles carrega um subtexto claro de corrida armamentista, evocando tensões muito semelhantes às da Guerra Fria. muito mais que “bons contra maus”, mas de lados diferentes tentando garantir poder em um cenário instável. o filme constrói um dos seus dilemas mais fortes através de Kirk. aliás, sempre me fascinou esse personagem, tudo une a ele, e ele é a ponte. kirk decide desobedecer ordens para tentar recuperar Spock e entra em choque direto com a estrutura rígida da Federação. isso levanta uma questão clássica e profundamente política: até que ponto devemos obedecer às instituições? há um momento em que seguir a própria consciência é mais importante do que cumprir regras? essa jornada de Kirk transforma o filme em algo mais do que uma missão de resgate, vira um estudo sobre lealdade, ética e responsabilidade individual. essa discussão ecoa outros momentos da franquia, especialmente quando lembramos de episódios como “Let That Be Your Last Battlefield”, da série original, um dos que eu mais acho geniais, onde alienígenas com cores invertidas no rosto representam o absurdo do racismo. esse tipo de abordagem mostra como Star Trek sempre preferiu questionar o mundo real através de metáforas, criando distância suficiente para provocar reflexão sem ser didático demais. é exatamente essa capacidade de dizer muito enquanto parece estar apenas contando uma história de ficção científica que faz Star Trek continuar relevante até hoje.