Diary Entry forElephant
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Elephant
j'ai surprenamment pas trouvé ça trop chiant
Elephant
Essa iminência crescente da tragédia que se aproxima a cada segundo se manifesta em Elefante a partir da dilatação espaço-temporal que Gus Van Sant intui na presença da câmera. O dispositivo segue seus personagens em stedicams silenciosas, ambientando os mecanismos rotineiros de cada um daqueles que direciona as suas lentes; se mantém impassiva ao movimento, sobrecarrega o andamento dos eventos com repetições dos atos ou sequências em slow motion. Contempla não a brutalidade do acontecimento, mas esses fúnebres instantes que antecedem a atuação da morte, materializada nessa perspectiva deambulante que a imagem estabelece. E quando esse presságio se encerra, Van Sant o faz sem cerimônia, sem espetacularização ou sadismo artístico, deixando o horror do extracampo - o que não se vê - ser o único capaz de compreender o evento, especialmente na derradeira composição que encerra o longa.
Elephant
Initially rather calm and slow, then impulsive and suspenseful towards the end
Elephant
Man, some of the night shots in Elephant are absolutely gorgeous, and it’s remarkable to see the type of footage that we can get with modern cameras. A cute film, with a very cute little guy as a subject matter. Elephants truly are brilliant animals, and this really shows just how magical they are.
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