Diary Entry forThe Man Who Shot Liberty Valance
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The Man Who Shot Liberty Valance
One of the greatest westerns I’ve ever seen. Jimmy Stuart is fantastic as always and the twist is so obvious but done so well that it makes for the perfect finale. Loved everything about this.
The Man Who Shot Liberty Valance
Poucos autores se permitem ir em terrenos onde pode tanto ser um campo minado de suas idéias, como um contra senso sobre suas devidas intenções, felizmente Ford não é iniciante e nem um qualquer. Em O Homem que Matou o Facínora, John Ford explora o mito fundador de forma que a todo momento ele cria um jogo de controvérsia entre o ideal e o real. A idéia de que o academicismo, as leis criadas por um pacto social "civilizado" contra uma terra onde a lei do homem impera. Colocar a figura do advogado que acredita cegamente que a lei escrita e tabelada por homens que, em sua maioria, nunca chegaram perto de uma pequena região dominada por latifundiários que exploram pequenas fazendas para expandir seu poder político e monetário. A forma como figuras infames nascem dessa ação joga a opressão e o domínio territorial nas costas de um indivíduo e não em um modelo de organização. A figura de Loberty Vance não é infame e pior que o próprio diabo a toa. E nesse prisma, na outra ponta temos o inverso, o personagem de John Ford é a imagem sem rosto e sem nome que gera as consequências e resultados que transformam indivíduos em ídolos e pessoas em mártires. O início da história que cria um mistério a cerca desses personagens. Quem é o senador, o que houve com o antigo xerife (e a falta de um xerife nos tempos atuais) e como uma flor de cactos pode ter tanto sentimento e força impregnada em sua biologia. Demonstrar as figuras de poder servindo pão e circo pra agradar um pleito eleitoral que, se estiver acima do pobre comum se farta, mas quem está abaixo sofre, se revolta e apela para a única arma que aquele ambiente permite, organização. Demonstrar o alcance da educação básica como forma de se estar lá é um movimento, mas unir-se e usar a democracia pra estar lá é mais um. Porém, Ford não é idealista e novamente a contradição surge, movimento de pessoas e de massas é importante e precisa acontecer, mas nada é tão imediatista quanto um símbolo, um líder, um mártir... Um mito fundador. No mais, O Homem que Matou o Facínora é um Faroeste que brinca com as contradições o tempo todo. A lente de Ford que capta o ideal, o utópico, e na outra ponta a realidade que deixa bem claro suas leis escritas e ditas por homens outrora vivos, não tem poder onde justiça se faz com bala e sangue. Onde latifundiários contratam criminosos para fazer seu trabalho sujo e toda a fama de maligno, o mal humano, cai nas costas desses nomes, mas o verdadeiro assediador de fracos e pequenas propriedades tá seguro. No contra-ponto temos a ótica do mito fundador, a união de pessoas é importante, mas sem um rosto pra se apoiar e existir, eles não tem força. Um retrato não do que só os Estados Unidos faziam, como ainda o fazem.
The Man Who Shot Liberty Valance
The Man Who Shot Liberty Valance is a thoughtful and well-crafted Western with strong performances and a powerful message. The story balances myth and reality in a way that feels timeless, even if the pacing is a bit slow. Overall, The Man Who Shot Liberty Valance is a smart and memorable classic that stands out in the genre.
The Man Who Shot Liberty Valance
this movie makes me want to play red dead redemption 2 so bad A well-crafted film. John Ford's composition is perfect. Very, very melancholic. Jimmy Stewart is a malewife in this movie btw
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