The Killer

Diary Entry forThe Killer

francisco's profile
francisco
Saturday, 11 November 2023

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grimmer

The Killer

As much as I did enjoy it, this is definitely Finchers most surface level film. It’s slow paced and the mood suddenly changes into a revenge film out of nowhere. Strange choice but the whole thing just feels a bit strange. It’s not a bad film at all but I’d definitely say I was disappointed, after Mank I was expecting a lot more. Oh, and the ending was also very boring.

19h ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

The Killer

Um assasino de aluguel (Michael Fassbender), extremamente cauteloso e pensativo, é contratado para realizar um serviço, porém por um descuido de um segundo a missão dá errada. Ao voltar para casa ele descobre que uma vingança pelo seu erro atinge uma pessoa importante para ele e ele vai em busca dos responsáveis por isso. David Ficher usa sua direção para nos colocar na mente de um assassino que não é sádico e nem apático, um ser humano que não questiona suas atitudes, na verdade ele é extremamente focado e repete um mantra que o elucida nos momentos de execução. O longa é extremamente capaz de criar um aproximação com seu protagonista que, por meio de uma narração em off, deixa bem claro suas atitudes, pensamentos e ações. O que de início parece ser uma forma do diretor e do roteiro de nos aproximar dessa figura tão controversa. Aqui não existe maniqueísmo, embora em muitos momentos isso possa parecer que sim, o assassino não guarda rancor, mágoas ou sentimento de vingança em suas ações. Para ele é tudo um trabalho, inclusive algo que ele demonstra em uma fala levemente expositiva. Agora se tem algo que não é muito bem utilizado, inclusive com certos excessos, é a narrativa em off que, se no começo tem o objetivo de nos cituar no cenário, depois de um tempo começa a se transformar em narração do óbvio. Inclusive uma escolha que o diretor manteve ao dirigir as cenas é sempre repetir o seu mantra na hora de alguma execução, o que perde muito nos momentos de tensão. O protagonista não avisa para sua vítima quando ela vai ser executada, mas sente a necessidade de expor para o público quando isso vai acontecer. Inclusive o que tira um pouco dos momentos de genuína apreensão que se cria com a situação e o silêncio da cena. Outra coisa que o longa deixa sobrando são os momentos onde ele utiliza de música, The Smiths, para nos aproximar do mesmo. Todo momento que ele está de fone para se concentrar, a perspectiva nos coloca no seu ponto de vista e, para não ficar em silêncio, porque parece que o diretor não consegue fazer isso, a música aumenta para nos passar a sensação de que estamos na mente dele... Até porquê a narração não é o suficiente. E muito do peso dramático, quase inexistente, se vai quando a personagem feminina de Sophie Charlotte só serve como motor da trama maior num primeiro momento e depois é deixada de lado. E a montagem nos momentos finais ela não tem tantos destaques além de fazer o básico e manter a coerência geográfica das cenas, tendo em vista que ele vai e volta duas vezes de um mesmo cenário. E as atuações são compententes, com excessão de uma conversa que existe entre o personagem principal e a personagem da Tilda Swinton, o protagonista de Michael Fassbender oscila bem entre as poucas expressões que ele consegue passar com o olhar e a pouca expressividade de seu rosto. Sem falar que no último ato, como forma de passar panos quentes em tudo que ele fez, o filme faz uma quebra de expectativas onde ele fala: o assassino é um assassino, mas nem tanto tá. No mais, O Assassino é um filme sobre uma figura controversa que, a priore, não parece ser um personagem ruim, encara tudo como trabalho e parece que no fim, pra dar uma freada na onda de mortes que ele acumula, ele toma um rumo como que pra "redimir" seu personagem fazendo uma espécie de malabarismo onde ele não é um assassino, apesar de não conhecer muitos filmes do David Fincher, claramente esse aqui não é o melhor trabalho dele, mas que ainda sim vale dar uma conferida, um bom filme.

1d ago
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lestrek

The Killer

BORDEL FINCHER IL S'EST PASSÉ QUOI LA

1d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

The Killer

A priori, parece que a autoconsciência do Fincher em The Killer vai se manifestar de forma direta: a abertura acelerada dá espaço a uma montagem de cortes pausados, onde as transições evidenciam um vácuo de tempo entre um plano e outro, o voyeurismo do assassino de Fassbender observando as janelas alheias antes de executar a missão na qual foi designado, o tédio rotineiro aparente misturado a voice-overs com as perspectivas sociopolíticas à Clube da Luta; isso tudo constrói uma aura letal no protagonista apenas para o mesmo errar o alvo e dar inicio a problemática da narrativa. Desse ponto, o que era explícito nessa autosátira se torna ainda mais direto, mas segue um trilho menos óbvio que sugeria. Ao invés de espelhar em signos, Fincher faz com que a unidade formal assimile as peculiaridades do seu personagem. O cineasta ornamenta sua mise-en-scène para se adequar ao tom pragmático e calculista dele - e, nisso, até mesmo quebrar algumas das particularidades notórias de sua filmografia vide a cena de ação dentro de uma casa na metade do filme - se estruturando de acordo com o comportamento e até mesmo com as filosofias de vida, resultando até em saídas cômicas orgânicas dentro dessa ridicularização do estereótipos propagados na cultura popular envolvendo os ideais de masculinidade dos "redpills" e "incels" - uma escolha que confronta o que Fincher fez em Fight Club, por exemplo.

2d ago

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