Diary Entry forChristine
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Christine
whoa, whoa. you better watch what you say about my car. she's real sensitive herbie but make it evil
Christine
Beginning to think some Christines were harmed in the making of this picture >:(
Christine
O carro, como signo de um imaginário especĂfico, quase sempre está relacionado a essa idealização de virilidade masculinista, um artifĂcio de poder e conquista materializado na conquista do automĂłvel; aquele que o tem, nesse sentido, seria considerado como “mais homem” em relação aos demais. É nesse espectro das pressões masculinas do ensino mĂ©dio que o jovem Arnie Cunningham encontra um Plymouth Fury abandonado e o reconstrĂłi. A partir daĂ, surge a dualidade que está no cerne do comentário do cineasta John Carpenter em Christine: afinal, seria uma dita “força sobrenatural” capaz de alterar o comportamento do adolescente excluĂdo ou sua mera fantasia de poder que o converte em uma pessoa errática e agressiva? Pois a marcante cena de reconstrução da Christine, embalada por um jazz suave e decupada de maneira detalhista em todo o processo de “revelação” da criatura dá conta de exorcizar as nocividades do olhar patriarcal atravĂ©s do cinema de gĂŞnero e com muito mais profundidade que inĂşmeras tentativas posteriores. O que, para alguns, Ă© um mero conto aparentemente esdrĂşxulo de um carro assassino, para Carpenter Ă© muito mais, seja como perspectiva estrutural e, principalmente, como o mais estarrecedor exercĂcio de terror na Hollywood dos anos 80, balanceando a sugestividade do sobrenatural com a frontalidade caracterĂstica do cinema de horror.
Christine
Turns out, I’ve only seen bits and pieces of Christine, and boy am I glad that I was able to sit down and give this a thorough watch. This was one of my first Stephen King novels that I read nearly 15 years ago, which made the story feel a bit more fresh since it’s been so long since I last encountered the story. The visuals are stellar, and even with the weaker script, it still works to create a spellbinding film. I forget that Carpenter directed this, but after seeing it for the first time, it’s clear that it fits right in with the rest of his filmography. There’s some truly stunning practical effects here that even rival The Thing with how impressive they are. s
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