Diary Entry forWuthering Heights
I've never read the book so I can only take this for what it is, which is a film filled with strange choices and questionable mood swings. The main character, Cathy, changes her mood quicker than you can say bipolar. Despite this its still an interesting watch, with good acting and pacing. The film never drags or feels boring, this only flaw is the characters being so unrealistic, but I did have fun watching this. My girlfriend told me its not very accurate to the book, take that for what you will but the film by itself is a good viewing.
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Wuthering Heights
This is definitely a mixed bag. The two leads have little to no chemistry, the soundtrack doesn’t fit the film at all and just feels silly to see, the raunchiness is so tame but I feel like teenagers will think it’s really edgy and ‘weird’. However, the costume design and set design are fantastic, beautiful and fitting for this style of a take of a classic. The acting isn’t bad but nothing spectacular. Just a whatever film, which is a shame, almost feel it plays things too safe when the whole appeal is different.
Wuthering Heights
"O Morro dos Ventos Uivantes". Quando surge uma nova adaptação de uma obra, principalmente um clássico, existem diversas reações possíveis. Entre a curiosidade daqueles que gostam de um certo diretor, aqueles que não tem interesse e os fãs mais Puristas que caçam problemas na nova adaptação quer eles existam ou não. "O Morro dos Ventos Uivantes" de Emerald Fennel é um filme meio atípico nesse sentido. Desde já as aspas no título que compõem a sua apresentação já deixa bem claro que isso aqui não é necessariamente uma adaptação e sim uma reimaginação de algo que a diretora em si parece conhecer até certo ponto. A começar que diferente de uma história gótica que tem como base as questões de classe e raça apresentados na obra base de Emily Brönte, o que a diretora está fazendo é a sua versão de "Maria Antonieta" da Sofia Coppola. Curioso como a priore ele se debruça sobre uma sexualidade que ao mesmo tempo que é intensa, é casta. Inclusive muito nesse segundo aspecto. Fennel não está tentando recontar o clássico gótico que se espera, mas sim traçar uma história de amor e ódio que transpassa questões de tempo e joga no lixo a verossimilhança histórica quando tange o universo aqui presente. Ele até tem uma questão de ser um filme de época mais clássico a priore, mas a partir do momento que os afetos, os desejos e a trilha de Charli XCX surgem... É tudo jogado janela à fora. Os designes de produção, os maneirismos, a estética desse mundo é algo mais contemporâneo e menos clássicos. São roupas que desafiam o senso estético de sua época, é uma arquitetura que não faz sentido estar alí e personagens desagradáveis que flertam com o desejo casto e uma melancolia de um romance que sabe que é brega, mas ao mesmo tempo é sem vergonha, citar os trechos do livro fonte de forma tão direta, de forma tão a dizer que ainda participam daquele mundo, mas é uma outra vertente... É algo que me intrigou. A grande questão aqui é a decisão polêmica e porcamente justificada da escalação do Jacob Elordi. Eu não sou um fã e não gosto da ideia de um personagem como Heathcliff em pleno século XXI tendo seu traço e personalidades mais interessantes e ricos da obra base sofrendo uma alteração tão brusca, meu lado mais purista me faz olhar pra persona interpretada pelo Jacob Elordi com certo cinismo e canto de boca torto que foge a mim, porém desde cedo com diálogos e contextos alterados, esse filme não está disposto a ser essa releitura mais fiel ou sequer perto disso. O Heathcliff aqui é um amante renegado que retorna com uma postura de bad boy. O núcleo macro da obra base, praticamente não existe, a exclusão do irmão cruel obriga essa história a tomar novos rumos, curioso como ele é um filme que renega a persona maquiavélica e até sádica como um homem de cor, mas parece tomar para si um questão de personalidade egoísta e rancorosa para a personagem de Hong Chau que é uma versão mais incisiva de uma personagem que, na sua origem, se torna narradora e observadora mais passiva. Mas de fato o que me faz ver valor nesse filme é o fato dele ser o melhor da diretora até então. Em todos os sentidos, principalmente no que tange as questões dramáticas e de cinematografia. Acho que a diretora de fotografia da Fennel cozinhou bem cada plano, desde a aura e pompa mais austera e fria até os momentos mais pop. Sair de um mundo frio e "clássico" que o casebre do Morro dos Ventos Uivantes oferece até a arquitetura e gestos extremamente anacrônicos da granja é algo que muito me agrada e me encanta. Sim eu sou um gay que se encanta com o exagero dessa aristocracia pop e nada verossímil com a realidade. "O Morro dos Ventos Uivantes" é o que se espera de um filme da Emerald Fennel, ele não está disposto a ser uma transcrição ou uma adaptação da obra base, suas aspas são o respaldo que ele precisa para reinventar uma história clássica da forma que a diretora achou melhor, não gosto do marketing tendencioso e as várias desculpas para a decisão de algumas decisões que só serviram para inflamar a internet, mas entrar em contato com a obra base é necessária e me faz entender como o departamento de marketing da Warner é podre e a Fennel ainda concordar me irrita. Para bem ou para mal Emerald Fennel jogou seu mais novo filho controverso pro mundo. É o filme do mal pelas próximas semanas até o Twitter achar algo pior pra reclamar e pra quem quiser ter uma opinião melhor embasada eu digo: apenas assistam. Nem que seja pra dizer que é um lixo! Mas assistam!
Wuthering Heights
pois a MINHA cathy não trataria o heathcliff com toda essa frieza e o MEU heathciff nunca trataria a isabella dessa forma, todo mundo é muito morno, falta emoção.
Wuthering Heights
every time i saw that damn gold tooth it took me out
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