Diary Entry forIn the Lost Lands
One of the worst films I’ve seen in a cinema, but sadly not so bad that it’s funny, it’s just bad. The whole thing feels very rushed and the story literally just flys from one scene to the next. It’s pretty awful, the religious villain women dressed in red is so bad at acting it’s funny, but the script doesn’t help her at all to be fair. Yeah, it’s a terrible film.
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In the Lost Lands
A encenação que se baseia em uma construção quase que totalmente digital e que em alguns momentos parece que vai virar uma animação em momento nenhum deixa a dever a um universo 100% farsesco. Adoro o faroeste mais Mad Max desde o terceiro filme, adoro Estrada da Fúria e Furiosa inclusive, a forma como o diretor trabalha uma iluminação superficial e cria uma mística sobre como nesse mundo sujo e de fé distorcida tudo é nítido, menos os pontos de luz, sejam naturais ou não. Talvez o que mais me deixou intrigado e não tão agradado foi como aqui parece que ele tá mais preso a uma estrutura narrativa que se apega demais ao texto base (o conto do Martin) o que é surpreendente porque o diretor sempre tomou liberdades pra destrinchar obras e fazer algo 100% seu, a franquia Resident Evil tá aí pra que eu não saia de louco, a performance do Bautista e da Milla são bem competentes, eles encarnam tropos que são funcionais e o cenário de Western distópico permite e abraça isso e ele ainda abre espaços pra algo mais fantasioso e esse mundo digital permite tal feito – sempre vou achar fascinante o Paul W. S. Anderson criar um mundo cinematográfico onde a esposa dele é a grande estrela e talvez o que mais tenha me agradado seja justamente a forma como o diretor é alguém que cria suas obras em cima de uma forma que, você não vai encontrar o texto mais imponente e filosófico, mas o diretor é tão competente no que diz respeito a narrativa que gera bons frutos disso, sinto que se o Snyder não tivesse deixado ser levado pela alcunha de "visionário", talvez ele ainda pudesse nos prestigiar com filmes tão instigantes visualmente quanto foram um dia! Em prol de um vulgarismo que não se contenta com pouco, mas também encontra valor em uma encenação minimamente instigante. Mais Paul W. S. Anderson e Zack Snyder do começo de carreira e menos Nolan e Villeneuve, obrigado!
In the Lost Lands
Evidente o desinteresse de Anderson nas intrigas políticas que, certamente, povoam o material-fonte do George R.R. Martin, pois nem existe algum esmero de tornar a disputa por poder ou o regime ditatorial religioso de seu mundo pós-apocalíptico minimamente instigante. É na dinâmica Bautista-Jovovich, essas duas almas desoladas em meio as ruínas de um universo destruído e solitário, que o cineasta encontra a tração para exercer suas mecânicas sempre revigorantes; da plasticidade desinibida da ação, a delimitação obsessiva pela espacialidade das locações e o trabalho preciso de iluminação bem como os closes extremos e planos gerais, a iconografia de In the Lost Lands é vistosa enquanto se revela desesperançosa nessa fusão de fantasia distópica com western irregular, mas consideravelmente atrativa. O mais fraco do PWSA ainda é um milagre em meio aos blockbusters da Hollywood atual.
In the Lost Lands
That Paul (not Thomas) Anderson lord is such a gamer.
In the Lost Lands
It does not relinquish the structure of a conventional tale in favor of something primal, but rather becomes a kind of transplantation from miscellaneous sources that construct their own distinct image. Indeed, not a blueprint, but a fevered dream that manifests beautifully. Imprinted by a hand locked within its own gravitational pull, tracing the tracks of the industry with a coherence that is distinctly (very) “Anderson”—flickering brisk action, Milla Jovovich, flakes of a mythological pilgrimage seamed from the DNA of post-apocalyptic imagery, video games, and Lovecraftian grotesqueries.
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