Diary Entry forAll That Heaven Allows
Beautiful art style, vibrant colours and a clever take on the forbidden love story. All that heaven allows showcases sacrificing love for social acceptance, something which it does very well. The acting is great, multiple characters are developed and feel genuine, this is a very good film. The kids are the most annoying for me, f*** them kids. The films ends well, and you can see why it’s a certified classic.
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All That Heaven Allows
all you have to do is turn that dial, and you have all the company you want, right there on the screen. drama, comedy... life's parade at your fingertips .𖥔 ݁ ˖ visually gorgeous, my heart needs technicolor to come back
All That Heaven Allows
Incrível como o melodrama é o gênero que consegue abraçar todos os outros de forma que você sente que ele faz parte de uma história, goste você ou não, e quem não gosta desse gênero... Qual seu problema? Brincadeira, tá. Em Tudo Que o Céu Permite Douglas Sirk narra a história de Cary, uma viúva que vive em um bairro nobre de uma cidade estadunidense e precisa viver sua rotina com seus filhos que a visitam com frequência, enquanto precisa lidar com ser a única viúva de seu círculo social e a todo momento tentam empurrar para ela o que seria lindo como "o correto após ser viúva". Sirk é muito hábil em desde muito cedo trazer questões que, sim tem as questões do tempo material e o recorte de classe, trazem a tona todas as regras que uma mulher de classe média precisa lidar mesmo quando não possui mais um marido. A todo momento é empurrado para ela alguma questão que não lhe diz respeito ou algum boato que ameaça descredibiliza-lá e até quando ela encontra um caminho pra si, todos, inclusive os próprios filhos, a estão impedido de alcançar sua própria felicidade. A direção de Sirk também é muito hábil em trazer para seu plot a questão do comodismo, você se acomodar em uma zona de conforto, sua casa, seus filhos, as festas fúteis regadas e boatos e fofocas (onde muitas das vezes você é o assunto principal) e aqui o símbolo da TV é o maior expoente dessa acomodação. Se mantenha longe do mundo que fure sua bolha, volte a se casar, mas com o homem certo, preze pela sua reputação e a dos seus filhos (mesmo que eles cresçam e vão embora te deixando sozinha e a ponto de vender sua casa pra evitar despesas) e não tem força maior que lhe proporcione isso, do que uma tela a sua disposição com todos os conteúdos que você pode consumir e desassociar do mundo, da vida e de você. Mas sempre tem uma folga desses problemas, vida, amor, intensidade e liberdade. No mais, Tudo Que o Céu Permite é um filme que conversa bem demais com o tempo ao qual ele concebido, mas que ainda traz algumas discussões interessantes que, apesar de antigas, são tão batidas que são atuais. Comodidade, rejeição de si, dos próprios sentimentos e o bem do próximo antes do seu, claro se você for uma mulher e uma mulher viúva que as pessoas acham que não tem perspectiva.
All That Heaven Allows
Absolutely dramatic A couple, Ron and Cary, quietly pursue their love behind the shadow of social expectations, especially those of Cary’s social circle. Their relationship becomes a subject of gossip due to their class difference and, more notably, their significant age gap. Both struggle to stay committed to their feelings, trying to make decisions for themselves rather than living by other people’s opinions. Douglas Sirk seems like he'll become one of my favorite drama directors, the screenplay is so good and polished. I love that vibe with technicolor that's a feast for my eyes.
All That Heaven Allows
beautiful looking film! the vibrant Technicolor and soft orange lighting are especially nice to look at. we need to bring that back i know that’s like technically impossible or something but you get the idea. basically suburban conformity sucks is what I’m getting. bummer that everyone was hating on them like that.
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