Megalopolis

Diary Entry forMegalopolis

grimmer
Monday, 30 September 2024

Well, it’s definitely something. One of the wildest films I’ve seen. I didn’t love or hate it like many people did, I just think it was too much, especially the CGI which was pretty awful. Also, wasn’t a big fan of the acting, even though the cast is fantastic I didn’t really get what they were going for, it was definitely a unique style. I’d be lying if I said I wasn’t disappointed, I don’t really feel strongly either way towards this but it’s probably worth a watch just to see how strange it is for yourself.

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sky

Megalopolis

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1d ago
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congratulashayla

Megalopolis

Gosto muito de projetos que ousam e flertam com gêneros e mais ainda aqueles que querem testar novas idéias e aplicar sua megalomania a um projeto. Mas é aquilo, do mesmo jeito que você pode arriscar e acertar, as chances de errar são grandes. O começo de Megalopolis já deixa bem claro sua síntese. A verborragia que desenha o declínio de "nova Roma" (nome chique e brega pros EUA) é um recorte de um roteiro que foi escrito há 40 anos e pra se atualizar e abordar o máximo de coisas possíveis fez um bem bolado de idéias que, sinceramente, não fala nada. Existe um cinismo e uma inocência no texto do Coppola, uma abordagem idealizada, uma visão utópica de mundo como se arte fosse nos salvar, o artista incompreendido que precisa nos salvar e só ele deve ser exaltado, só ele tem as ferramentas e os meios para salvar o mundo e de fato o tem. A questão é que estamos em 2025 e o grande ato revolucionário é reconciliação com base em ideais que derivam de uma idéia de pensamento crítico da elite para a base. O personagem do Adam Driver não pode salvar o mundo porque ele é um gênio e sim porque ele é um herdeiro, um erudito que pinta um mundo utópico que ele vai resolver com um material que ele inventou, mas não tem um texto que acompanhe suas visões. Partindo do princípio que Megalopolis é um filme que quer ser grandioso pela imagem (não serei hipócrita em alguns pontos eu enxergo isso) me choca a zero noção estética desse filme. É um filme feio, prova de que um filme mais saturado não te isenta de ser feio, o designe de produção propõe idéias visuais bacanas, mas faltou ao Coppola uma noção Cênica. Tudo bem que a ideia de pão e circo é básico nesse tipo de história, mas a Aubrey Plaza e o Shia LaBeouf no final parece que saíram de um bloco de rua da Gentilandia e esqueceram de se trocar. Sinto que o Coppola quis testar um exercício formal a cerca do cinema clássico, mas não se deu muito bem. Seja por uma falta de cadência, não sabe se é dinâmico ou contemplativo, ou porque esses 40 anos realmente afetaram o projeto num todo. Mas vejo valores, principalmente quando ele trabalha espaços com poucos personagens, seja o Adam Driver naquele relógio que flutua no céu ou como o espaço e tempo estão a disposição desse personagem. É uma ficção científica que em certo momento se mescla com a fantasia, mas nunca se aproveita 100% disso. É uma visão mais utópica e conciliadora que o Metrópoles do Fritz Lang de 1927 que eu já não acho um grande filme. Antes fosse desafiador e disruptivo, mas no fim só é chatinho e pretensioso, mas sendo bem sincero eu achei esse mais honesto e significativo que O Brutalista por exemplo. Nem tão grandioso como o diretor quer vender e nem horrível como eu esperava, um filme medíocre. Seguindo a lógica de seus grandes filmes, os bastidores desse filme é mais instigante e interessante que o próprio filme.

1d ago
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PHOENIX

Megalopolis

From a Great Vision to Theatrical Chaos For many, the name Coppola immediately evokes associations with the magnificent trilogy “The Godfather” — a bold crime drama with memorable characters and an outstanding script. And now, 34 years later, Francis Ford Coppola presents his new creation, “Megalopolis”. Unfortunately, I couldn’t appreciate this work. While the film has a few strengths, its flaws far outweigh them. I’m certain that when Coppola envisioned “Megalopolis”, he imagined an impressive dystopian masterpiece paying homage to Fritz Lang’s “Metropolis”. However, when transferring these concepts to paper, he likely realized the need to fill the runtime. And it’s precisely this filler content that constitutes the film’s first major flaw. The film contains a plethora of vague, meaningless dialogues and a great deal of absurdity in the events, which create a sense of cheap theatrics rather than a true cinematic experience. Everything feels out of place — from the erratic stylistic choices, swinging from exquisite tandem shots to completely mundane street scenes, to the mismatched music. The film gives the impression that it was directed by several people with conflicting visions. And yet, despite all these drawbacks, there are moments when the viewer is simply mesmerized by the beauty on the screen. These brief episodes allow a glimpse of the magic that should have sustained the entire two-hour runtime. Additionally, the film’s core message and underlying philosophy stand out. I would also like to highlight Adam Driver, who, in my opinion, perfectly embodied the role of a mad genius architect. In conclusion, the negatives significantly outweigh the positives. To my great disappointment, “Megalopolis” joins my list of films that have let me down.

2d ago
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vinguson

Megalopolis

I've had enough, got the worst morning by watching this. I want to stop watching it but the set really hold me to see more of it (and i regret it). Literally the longest 2hr 18m of my life.

2d ago

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