Diary Entry forThe Brutalist
The first half is genuinely one of the best films you’ll see for a long time, and is so expertly done it feels like you’re watching a master at work. The second half is not so good, and really lost me at times. It just didn’t manage to keep me engaged like the first half did, and I really started to feel the run time towards the end. I love a long film when it manages to keep things moving throughout but I would be lying if I said this kept me interested all the way through. Still, it’s a good film which you should definitely watch in the cinema if you get a chance too.
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The Brutalist
Worth every second. Stunning visuals, powerhouse performances, and a story that lingers long after the credits roll. Adrien Brody and Guy Pearce are on another level. If you love films that feel like an experience, watch this ASAP.
The Brutalist
não costumo reclamar de filme grande quando o filme é bom e entrega, mas esse aqui eu cochilei uns 20 minutos e só me prendeu no começo e no final, de resto parcelei em uma semana
The Brutalist
brutal
The Brutalist
Zona de Interesse fez estragos irremediáveis a esse cinema que quer relatar um mundo pré/pós-segunda guerra. Indicado a melhor filme com chances de vencer? Tá bom então, se ganhar só prova como essa premiação é uma fraude que não se importa com arte há muuuuuuuuuuuuuuuito tempo. Não ironicamente a primeira hora desse filme funciona, tem seus problemas já nesse tempo, mas funciona como essa introdução idílica, essa câmera turva que está tentando chegar no deck do navio para vermos a estátua da liberdade, um farol de uma terra que promete liberdade e o primeiro contato do protagonista com essa lógica ocidental de família nuclear e esse sonho americano idealizado. Até o segmento da construção da biblioteca particular eu estava envolvido, Laszlo era alguém que eu tinha me afeiçoado e o diretor é competente na construção dessa arquitetura mais moderna que vai ser um dos motes da trama, porém eu não percebi que tava num carro a 200km/h numa via de 60km/h e que tinha uma curva que ia desgraçar tudo tão rapidamente e de forma tão desastrosa. No momento que o protagonista avança e o capítulo 2 se inicia, temos o choque do protagonista com essa burguesia que em um momento de ascensão está tentando deixar seu legado de forma mais incisiva, uma construção ambiciosa e que pode ser esse legado que conversa com o momento histórico que ele aborda, o recorte da Pensilvânia como essa terra que foi a pioneira em tudo no resto do país cria o cenário para serem trabalhados as contradições desse progresso, mas advinha o filme não se demora nisso na verdade ele toma um caminho oposto e sai picotando isso de um jeito que hora eu não sei se é um toque ácido ou só uma péssima escolha de construção de cena, mas enfim. Em determinado momento Brady Corbet dedica um pequeno espaço para observar a vida noturna desse protagonista que vai em bares de pessoas de cor pra usar uma substância de caráter ilícito intravenosa e esse Plot fica sendo usado em momentos específicos pra criar situações que são mais telegrafadas do que pra uma construção de cena dramática, inclusive o drama desse filme que desgraceira, se ele começa muito bem com essa narração em off, com esses momentos mais íntimos de trabalho e interação dos personagens, ele rapidamente se perde e fica jogando essas cartas de forma como se fosse só uma narração barata do que já estamos vendo e o subtexto político, essa questão problemática e sionista de uma terra prometida, a forma como o longa pinta a criação do "estado" de Israel como uma arca para judeus depois da segunda guerra é algo largado e Corbet não tem tato nenhum para trabalhar essa abordagem sem soar alarmista ou um aceno para quem realmente importa esse "estado". Mas nada me preparou pro maior problema desse filme que é sua reta final. Parece ser um amálgama de todos os problemas espaçados ao longo da trama como um todo. Em determinado momento Cobert tenta homenagear um cinema de época com sua constituição de época e um estilo mais observador com posicionamentoa de câmera que deveriam aproximar seus personagens e comunicar suas emoções, mas veja bem... Nada disso importa. O panorama social desse Estados Unidos do pós-guerra não importa, um filme que quer dialogar de certa forma sobre a visão de um judeu tentando sobreviver nesse "sonho americano" é porcamente demonstrado. Não tem compromisso com uma abordagem de crítica sem soar alarmista e pior ainda... Jogando a culpa no imigrante... E isso tudo se consolida na cena mais abjeta desse filme que é a cena de abuso sexual como forma figurativa e literal de dominação. Nada nessa cena funciona e suas implicações como o trauma do abuso não se sustentam e não geram o devido impacto, a relação dos personagens envolvidos nunca foi propriamente desenvolvido, o discurso do momento, a forma como o diretor filma... Não tem porque é só choque pelo choque e sinceramente... Não melhorou daí pra frente. A relação de Laszlo com Erszebet é uma gemedeira e umas dr meio idiota e a reta final meus amores... Se eu falar que eu não ri de toda essa sequência de absurdos eu tô mentindo. Na cabeça maluca do Corbet, uma sequência melodramática envolve gente gritando, uma encenação porca e uma mise en scène feia. A cena final do jantar é constrangedora e toda a sequência final naquela grande construção que leva a luz refletida da cruz... Meus amores... E os últimos 20 minutos esquece, o diretor jogou tudo pro caralho e mete um discurso bem bleh pra validar toda essa sequência de maluquice e funciona, justamente porque aqui parece que teve um tato na escrita do negócio, mas as outras 3h... Tortura, o que é uma pena porque os três principais Adrien Brody, Felicity Jomes e o Guy Pierce tão bons, mas como são caricaturas de performances de verdade não passam disso... Caricaturas.
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