Diary Entry forMission: Impossible - The Final Reckoning
As much as I did enjoy this, the franchise is starting to feel a bit samey and repetitive at this point. Sure, Tom Cruise is fantastic in this as he always is and it’s always fun to see him perform this amazing stunts, but the stakes almost feel low at this point. In this there is one major character death and it comes right at the start, I feel it’d of been a lot better to have this at the end, a great sacrifice to save the world forever, and as bad as this sounds more of the main cast should’ve died. Also, Greg Tarzan Davis‘s character is absolutely pointless in this, he does nothing and even has a line saying near the end where he says something along the lines of ‘I’ve done nothing’. No idea why he’s even in this to be honest but oh well. Some of the action sequences are fantastic but I think this is a great place to let the franchise rest. Let’s be honest though we’ll probably get another sequel in 2030.
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Mission: Impossible - The Final Reckoning
The finale wasn’t as mind-blowing as i hoped, but the emotional moments really hit and the action is still top-notch. tom cruise and the cast bring it, and fallout remains king, but this is a worthy send-off. Flaws included, but i’m still all in.
Mission: Impossible - The Final Reckoning
les scènes des baston sont malheureusement trop cut et du coup ça nous empêche de voir les raccords dans le mouvement entre les deux lieux, la scène dans le sous marin est plutot bien et a la fin de celle ci il y a un plan que j'adore mais dans l'ensemble je trouve ça si moyen, c'est ni bon ni mauvais c'est juste meh
Mission: Impossible - The Final Reckoning
Legacy mode [derogatory], Finally Reckoned with. In the last ten hours or so of impossible missions, that final villain incident with his plane is gonna' be the only image I take with me.
Mission: Impossible - The Final Reckoning
Títulos alternativos: Missão Impossível - A Paixão de Ethan Hunt ou O Evangelho Segundo Ethan Hunt. No instante em que o personagem de Cruise literalmente ressucita e, na sequência seguinte ele reencontra com um personagem declarando que Hunt mudou a vida dele, qualquer resquício de dúvidas foi anulado. Mais do que o desfecho da franquia, O Acerto Final é um longa de canonização, onde Ethan assume a posição ritualística de salavdor, se sacrificando em prol da humanidade em cada obstáculo desafiador da missão final, recitada inúmeras vezes como um conflito predestinado e um apocalipse irrevogável onde o Messias - Cruise aos 60 e poucos arriscando a própria vida pendurado em aviões e correndo sem perder a energia - precisa encarar o seu "antideus" - A Entidade, aqui convertida definitivamente nessa força aniquiladora, movida pela distorção da verdade e constituinte de um simulacro de pavor. A questão do destino, acaso e a natureza do espetáculo sempre bem custosa à franquia parece convergir em uma lógica espirituosa nesse capítulo final, de efeitos verdadeiramente transcendentais - quando a Erika se permite, inconscientemente, dar mais tempo a Ethan, por exemplo, há um pouco disso. Por isso mesmo, McQuarrie e Cruise parecem elevar as proezas de Hunt a um nível quase divinal mesmo: não existe palavras que descrevam o silêncio sepulcral que se instaurou na sessão de cinema ao ver a sequência do submarino ou a perseguição final ao Gabriel; o sentimento atônito de presenciar um milagre. A segunda metade, inclusive, recupera o fôlego suprimido nas conversações intermináveis da primeira - ainda que instigantes nessa psicose geopolítica - e nas pausas que servem como aprimoramento do conflito. Por falar em psicose, O Acerto Final, mesmo atrás do anterior nessa sinergia da paranóia catártica, absorve o melhor do formalismo de seu capítulo antecessor para concretizar esse aspecto: as constantes trocas de núcleos/imagens e mescla de interações/explicações na montagem se encontra com os recorrentes planos holandeses, close-ups - inclusive, destaque para o quão aterrador são os rostos e olhares aqui, sejam aqueles angustiados ou incrédulos - e uma relação de constante movimento que a câmera estabelece com a mise-en-scène não apenas resgatando essa desorientação enervante de Acerto de Contas, adicionando pulsão ao tempo-limite em que a ação se desenvolve, fundamental nesse sentimento apocalíptico da narrativa.
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