Mission: Impossible III
grimmer
Monday, 19 July 2021

Definitely the best one so far. MI3 is a lot less about sex and more about action, which makes for a much better viewing experience. Philip Seymour Hoffman is a fantastic villain, and Tom Cruise is great as always. The stunts are good, with multiple iconic scenes. The orange Lamborghini with the gap in the bottom is very cool, and the building jump is also fun. Highly recommend this one.

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ItsMeBrianFilms

Mission: Impossible III

Mission: Impossible 3 hits like a shot of adrenaline from the opening scene, it’s a nonstop sprint through betrayals, impossible choices, and breakneck action. Philip Seymour Hoffman delivers one of the coldest, most terrifying villains in the franchise.

23h ago
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congratulashayla

Mission: Impossible III

Meio irônico que uma franquia que tem no nome "impossível" esse aqui ser tão bem quisto por ir contra, tornar "possível" uma obra que se apoia nos absurdos, sejam as minúcias da direção off Hitchcock do De Palma ou os absurdos estilisticos do Woo, ver um filme que quer "humanizar" – vamos colocar entre aspas pois o filme anterior já tinha feito isso com uma questão mais intimista e corpórea com os personagens do Tom Cruise e da Thandiwe Newton – o J. J. Abrams mete um núcleo familiar vazio de emoção, um romance sem sal tirado da bunda da pessoa que achou que isso era uma boa ideia e quer me vender que a relação a base de tesão, suor e lágrimas do filme anterior é menor que isso? Ah me poupe. E não só isso, o J. J. Abrams é inimigo da encenação, se "A Ascenção Skywalker" teve algo de bom, foi elucidar como o Abrams não é um diretor, não um que careça de uma visão artística, mas sim uma personificação do que é uma boa IA no quesito emular os desejos e tendências que um estúdio acham necessários para ser um sucesso, e de fato foi, mas pense num filme que dá dor de cabeça. A ação que era o grande chamativo da franquia até então é diluída em câmeras tremidas, sequências picotadas e um senso de urgência e fisicalidade que não convence em momento nenhum. Se o De Palma hiperfoca em momentos e espaços claustrofóbicos e o John Woo joga tudo pro caralho e faz cenas de ação muito boas aqui é um monte de nada. A cena de ação nos primeiros 10 minutos vende uma urgência tão fraca quanto mal feita, a perseguição de helicóptero é horrível e isso se estende até pra uma cena de interrogatório mais brutal, alguém dá um calmante pro Abrams o pobi tá tremendo demais Jesus, e na ânsia de se complicar pra parecer complexo ele só é uma grande bagunça não adianta a cena de infiltração legal no Vaticano e a sequência de ação da ponte, que dá pra entender alguma coisa ainda, se o todo é uma bagunça maluca e desordenada. É vendo um filme desse que você entende a importância de um Michael Bay, Irmãs Wachowski e PWSA da vida! Que filme esquisito!

1d ago
breakfastcowl

Mission: Impossible III

Saw this at its release and the only thing I remembered was Tom Cruise talking with folks at the opening party about how fascinating traffic patterns were. Now having re-logged all of these movies together in the past week, this one's comparatively unwatchable and I can't wait to forget it all over again.

2d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Mission: Impossible III

Foi necessário que J.J Abrams chegasse ao seu sexto filme (A Ascensão Skywalker) para que uma parcela considerável da crítica e cinefilia percebesse o óbvio: como diretor, Abrams nada mais é do que um operário mecanizado de estúdio, absorvendo e seguindo as tendências mercadológicas requisitadas por produtores - inclusive, o fato do próprio ocupar a posição de produtor em Hollywood é reveladora - e aplicando-as não com o discernimento e compreensão de um artista, mas com a ótica de um empresário. Para Abrams, qualquer construção imagética não ressoa uma importância dramática com o que está na mise-en-scène, não existe como pensamento artístico de qualquer coisa ou sequer se preocupa com a imagem em si. O diretor é incapaz de criar, mas de reproduzir tal qual um maquinário industrial faria (The Force Awakens e Star Trek são os exemplares mais evidentes do problema). E tudo começou em Missão: Impossível III, na aplicação dessas tais tendências do gênero de ação em meio ao processo de transição da película para o digital. Abrams sobrecarrega a saturação empobrecedora da imagem, desfaz as estruturas de ação da franquia - alicerçadas por De Palma e Woo - nessa lógica Bourne que inflinge ao dispositivo e constrói o arsenal mais ignóbil de planos sem qualquer pensamento, idealização ou visão. É a materialização do genérico, da superficialidade do movimento - e aqui, em uma franquia que utiliza o deslocamento e o processo desse movimento através do espetáculo, artifício na qual o diretor também sacrifica - e de todo o hiper-realismo limitador, pseudo-dramático/profundo e calculado que aniquilou a grandiloquência e o absurdo como a válvula para o fascínio para uma geração inteira de espectadores, cinéfilos e - infelizmente - críticos.

2d ago

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