How to Train Your Dragon
grimmer
Tuesday, 24 June 2025

Pretty good. Goofy as you’d imagine it to be and not really sure why this needed a live action remake, but still it’s a fun story and the music is great. Acting is also solid all round.

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juan

How to Train Your Dragon

I honestly didn’t expect to feel this much again. I went in mostly for the visuals—Toothless in live-action? Count me in. But this remake gently soared past my expectations. The flying scenes are absolutely magical, the music tugs right at the heart, and Toothless’ expressions? Completely adorable. What really impressed me is how sincerely the film captures the soul of the original. It’s wholesome, heartfelt, and full of that childlike wonder that made the animated version so special. And one last thing… Cate Blanchett, if you’re somehow reading this: please join the sequel. The cast is doing beautifully, but your majestic presence would elevate this world even further.

1h ago
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𝖓

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~they've killed hundreds of us! ~and we've killed thousands of them! ⊹ five stars for toothless ‹3

19h ago
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ItsMeBrianFilms

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Watching this live action and hearing John Powell’s soundtrack again on the big screen, alongside the girl I like, is something I won’t forget for the rest of the year

23h ago
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congratulashayla

How to Train Your Dragon

Quando o Arthur Tuoto escreveu sobre Wicked, na conclusão de sua tese sobre o longa de John M. Chu ele fala que se a Disney tivesse algum apreço pelo legado de suas animações e filmes mais célebres, o estilo do musical da Universal poderia ser o referencial para suas obras que são recontadas a exaustão. Ao terminar esse Remake de "Como Treinar Seu Dragão" fui tomado por um pensamento que há anos serve como uma discussão infrutífera à cerca da "função" prática do cinema. Qual a função de um filme, qual mensagem ela quer passar, qual o motivo da existência de tal obra. E sinceramente? Não sou a pessoa que vai dizer que arte tem função, spoiler ela não tem... E tem, tudo isso ao mesmo tempo. A questão é: quando você vai ao cinema você espera ser recebido por uma chuva de estímulos variados. Um filme pode te fazer chorar, rir, se espantar, Euphoria e as vezes tudo isso ao mesmo tempo. Vendo esse filme em específico eu sinto que, como a indústria atual está vivendo mais uma de suas mortes, "Como Treinar O Seu Dragão" surge como uma espécie de resposta, não rebelde e sim conformista, para uma série de Remakes de filmes clássicos que ao invés de propôr algo novo ou uma releitura, ele está mais preocupado em recontar quadro à quadro, cena à cena e diálogo à diálogo com leves alterações que não agregam muita coisa e uma mistura de tons que até parece meio perdido na composição de mundo. O filme é um Live Action que precisa colocar dragões nada realistas nesse cenário realista até demais. Existe um contraste meio bizarro de um dragão tirado da série de Game Of Thrones e em determinados momentos o ser mais caricatural que só uma animação pode fazer. O Fúria da Noite, ou banguela para os íntimos, é o ponto que mais exige um apreço pelo fantástico que a fotografia mais "realista" e a iluminação natural renegam. Do mesmo jeito que tem momentos que ele se enquadra no cenário de forma tão natural, tem momentos que ele parece estar destacado, o que não seria um problema, mas parece um problema de cognição visual que hora precisa ser tão fantasioso quanto seu filme "original", mas parece urgir para algo mais realista possível. Outra coisa que me incomoda é como a primeira cena de voo quer replicar a emoção de sua cena original, mas a câmera que treme em excesso tira toda a dinâmica do momento, o que é no mínimo estranho porque nas demais cenas isso mal acontece e por fim o fato de que ele está preso, por escolha criativa e talvez de estúdio, a ser uma cópia tão igual, mas sem o brilho da animação e que só uma animação permite. O efeito The Last Of Us, pelo menos da primeira temporada, a necessidade de ser tão fiel e fazer mudanças que não mudam tanto na dinâmica do todo promete uma versão Live Action que vai atender as expectativas que querem ver o mesmo filme com atores reais e um CGI competente, mesmo que seus conceitos de mundo pareçam muito aleatórios e jogados, e para quem nunca viu é um primeiro contato funcional. É o famoso tanto faz. Quem viu e gosta do filme original vai gostar porque é o mesmo filme e quem nunca viu, pode ver esse e vai se impactar, mas se for para consumir algo que gere um encantamento mais certeiro, a animação não só é melhor como é mais objetiva. O filme que quer "se justificar" de sua existência com mudanças pífias que só estendem o tempo de duração e não tem tanto impacto no todo, mas não tem ousadia para propor algo que de fato "justifique" sua existência como um todo. Pode ser visto com muita calma em casa, se você quiser escapar do calor e quer uma sala com ar-condicionado ver esse no cinema é uma boa desculpa, mas se quiser só ver um filme realmente bom e com personagens incríveis... Vale mais a pena ver a animação que é encantadora e divertida. Já esse aqui é funcional, mas ainda é só mais um filme de executivo querendo seu bolso cheio de forma rápida!

1d ago

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