Diary Entry forWe Live in Time
Tobias might be the wettest person on film, yet this somehow worked for me. Really enjoyed the story and, although confusing at times, the time jumps did work quite well for what the film was trying to achieve. Wish it had more shots of the food Almut made, overall a simple yet good time.
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We Live in Time
I still can’t get over how real their acting felt, it’s like they weren’t just playing characters but truly living their emotions. Florence Pugh, especially, was incredible. You could see every ounce of pain, love, and conflict in her performance. The film itself hit me so deeply. The non-linear structure almost mirrored how life feels—moments slipping away before you can hold onto them. The story is so raw, capturing life’s essence: the joy, the sorrow, the unbearable weight of what they had to go through. And that final scene, when they’re together for the last time, just shattered me. It felt so profound, so real—it’s a moment I won’t forget. 2024: Ranked (https://boxd.it/sDDDC)
We Live in Time
✍️ aproveitar cada momento da minha vida
We Live in Time
No estoy llorando (si estoy llorando).
We Live in Time
O mundinho do romance e do drama Heterossexual vive em crise né!? É melhor que É Assim Que Acaba, mas é fraco hein... É até forçado em alguns momentos, gosto como ele é minimamente ousado em mostrar o começo de uma cena de sexo algumas vezes, uma nudez mais frontal por parte da Florence e uma cena de parto que é envolvente e o trabalho de fazer parecer real é incrível, mas assim o drama é fraco, o diagnóstico de doença mortal genérica – insira nome aqui – não ajuda. Na dúvida se Florence Pugh e Andrew Garfield são atores ruins ou esse filme que não soube aproveitar, estou disposto a acreditar que é a segunda opção. E o que mais me irritou... A montagem que avança e retrocede, meu Deus qual a dificuldade de contar uma história de forma linear... Não vou dizer como alguém deve fazer um filme e nem montar, mas assim, se você não consegue despertar um interesse numa narrativa minimamente linear, não é bagunçando ela que isso vai acontecer. Inclusive o flashback da forma como eles se conheceram é bom, mas o desenvolver da relação deles... Mulher se preserva, esse cara saindo de um divórcio e tu dando asa... E o texto de legado post mortem... Ai que preguiça e no fim de dá conta de que o legado dela é a família... Ain...não, não. Não é um filme ruim, mas também não é nada demais, o cinema de romance e drama Heterossexual está sobrevivendo por aparelhos, porque pra ser mais mecânico e forçado que isso, só colocando o ChatGPT pra dirigir, porque o texto mesmo... Ninguém diz que não é, mas é isso né. Florence Pugh e Andrew Garfield demite esse agente aí por favor!
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