The Exorcist: Believer

Diary Entry forThe Exorcist: Believer

grimmer
Sunday, 8 October 2023

Overall it’s fine. Pretty much all I can say about it. There are a couple good moments, notably when the girls come home for the first time and nobody knows they’re possessed. I just have trouble thinking these two girls were possessed by the devil and only murdered two people, one of which was one of the girls themselves.

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veleini

The Exorcist: Believer

Boy what the haillll

13h ago
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jusquici tout va bien

The Exorcist: Believer

Legal mas não tão legal bom mas não muito bom

1d ago
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congratulashayla

The Exorcist: Believer

Acredite nos seus sonhos, reaja a um assalto! - anônimo na internet Duas amigas desaparecem na floresta após uma delas tentar contato com a finada mãe, após três dias desaparecidas elas são encontradas e ambas estão totalmente diferentes, com personalidade diferente e sinais claros de algum transtorno. David Gordon Green tinha um grande dever em propor uma sequência de O Exorcista de forma "oficial". O filme original de Friedkin tem um preciosismo pois apesar de ser um filme sobre exorcimo, ele utiliza de viés tanto científico quanto religioso para abordar seu filme e trama, mas o que David Gordon Green propõe aqui... É algo que vai contra a proposta original. Veja bem, um filme pode subverter as expectativas de sua obra e mudar o cerne de uma obra, mas o que acontece aqui é algo que você não entende a Priore porque esse filme tem o título "O Exorcista" como chamariz, uma vez que esse filme não tem nada que o caracterize como um filme de tal calibre. Ele não tem peso dramático suficiente pra nos importarmos com os personagens, as subtramas são extremamente mal desenvolvidas, o discurso de fé sendo passado de forma didática e totalmente enviesado só deixa tudo mais piegas. O monólogo que deram a Ellen Burstynm é algo... Minha nossa, tal como Halloween, o diretor traz um perosnagem que valida sua obra, nesse caso sendo a personagem do primeiro filme que deveria dar um Q de validação a sua obra, mas que é renegada a ser apenas mais uma personagem sem desenvolvimento que logo é deixada de lado. Claramente não sabiam o que fazer com a perosnagem ou então não tinham utilidade pra ela, além de ser o elo que conecta esse filme com o original, mas que além de não ter peso... Não importa no fim. Na verdade da mesma forma que ela entra na história, ela é descartada. Tal qual todas as chances de se criar algo genuíno, bom e que respeitasse a obra do original, uma vez que isso é vendido na hora de criar o filme. Mas o que nós temos aqui é um filme que não se sustenta como filme solo, não se sustenta como sequência e nem como filme de terror/possessão. Porque sim, até como filme de terror, esse filme falha. Pois ao invés de instigar e nos deixar perturbado como o original, já que ele respeita tanto o material base, ele se rende a sustos rápidos, baratos e sem peso. São momentos rápidos e que logo são esquecíveis. Novamente é um filme que não diz nada, ele apenas é um filme medíocre que se não tivesse o título "O Exorcista"... Ele seria qualquer coisa e é isso que ele quer, ele é uma sequência medíocre e um filme solo medíocre. No mais O Exorcista não causa efeitos realmente bons e nem é marcante, ele só é qualquer coisa, esquecível e dispensável.

1d ago
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joaomarco2003

The Exorcist: Believer

Se eu fosse preguiçoso, era só jogar a review de Halloween Ends aqui, com algumas alterações, já que a problemática é a mesma: a reencenação de códigos imagéticos reconhecíveis, excluindo tudo que faz daqueles momentos singulares e se revelando incapaz de criar algo. Se a cena do corpo na parede em Ends já se revelava sintomática, aqui é tão nocivo quanto, já que nem essas alusões sustentam uma obra com tamanha má vontade em tudo que encena. Ele até parte de intenções curiosas: fé contra ceticismo, ineficácia do catolicismo, manifestação do destino e valorização das religiões de matriz africana. Porém, é tudo interrompido pela metade e nada parece se concretizar de maneira satisfatória, já que a direção de David Gordon Green é a mais genérica imaginável, perdida nessa relação gráfica pouco interessada em solucionar dramaticamente as cenas ou até estabelecer um domínio do dispositivo ao capturar essa manifestação sobrenatural nos espaços domésticos, por exemplo. Até o body horror que ele recorre é pouco efetivo. Frontalidade não revela êxito ou configura qualidade e a prova viva é Green aqui, desolado em não saber se flerta com a perversidade do filme de 1973 ou repetir todos os tiques limitados de um proto-James Wan - e, na dúvida, ele escolhe a segunda opção. O que Green não compreende é que a perversidade de Friedkin não consiste em encharcar suas cenas de sangue ou só filmar um exorcismo sem esmero algum. Essa sensação nasce da unidade, do corte que caminha entre os planos de maneira impiedosa até o jeito que tudo é disposto na mise-en-scène, feito para ser mais do que um mero exorcismo, mas uma sessão de tortura; um embate doentio entre bem e mal, enquanto no meio daquilo existe um corpo infantil agredido, decomposto e que não queria estar ali. O desconforto nasce dai. Em Believer, o segmento do exorcismo perde força, pois nada está em jogo de fato. Não existe a angústia um cenário habitado pelo mal, tampouco o desconforto da imagem, dos cortes, do sons. Tudo é banalizado e o "ato sádico" do diabo no encerramento é apenas uma pegadinha, aliviada pela rejeição do catolicismo como representação do "bem". Uma escolha minimamente interessante em um filme que, assim como Halloween Ends, continua sendo um exercício de imagens sem vida.

2d ago

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