Diary Entry forIf I Had Legs I'd Kick You
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If I Had Legs I'd Kick You
the way this movie attacked me spiritually should be illegal.
If I Had Legs I'd Kick You
“im one of those people thats not supposed to be a mom” this film is A LOT to take in. i was so stressed the whole time, im literally so overwhelmed & so overstimulated for her, she cannot catch a break everything just keeps happening one after another and no one was helping her at all. everyone around her was pissing me off, i truly wouldve done worst. also of fucking course his husband is useless and all he does is yell and yell and yell and make his wife feel like shit, i hate men. that last 10-15 minutes oh i had to keep pausing and walk around my room, my anxiety was through the roof im shocked i didnt just turned it off to cool down and just finish it tomorrow. also the sequence where we finally get to see the face of her child? *chef’s kiss* rose byrne is fucking incredible!!! i get why she keeps winning those awards. she’s gonna be one of the actress im going to root for this award season cause man, she deserves her flowers!
If I Had Legs I'd Kick You
Curioso ver esse depois de Jeanne Dielman e perceber como a Shantal meio que criou uma base para todo um cinema moderno de "mulheres a beira de um ataque de nervos por apenas serem mulheres". Existem alguns vícios de um cinema intimista contemporâneo de enfiar a câmera na cara da protagonista, mas sinceramente... É algo que não atrapalha até porque não existem excessos quanto a isso e referente ao longa em si... Ele é categorizado como "Comédia/drama", mas eu sinceramente peguei uma vibe de terror existencialista muito forte, principalmente quando o filme transforma buracos, literais e metafóricos, nesse símbolo de desespero. A Rose Byrne não é a protagonista, ela é o filme. É curioso ver a mente de um profissional da saúde mental se deteriorando na frente dos nossos olhos e a diretora não poupa a gente de nada. Até o personagem do A$ap Rock é um tropo do amigo da doidinha que nunca se concretizar, ele não tá lá pra ser o step dela, até porque ela não precisa de um step, ela precisa de uma fulga que não existe. É correr sem sair do lugar, é negar a própria profissão como fulga e solução, é correr no meio da noite de volta pro apartamento vazio com um buraco que as vezes é o teto/chão de um andar acima, mas parece um vazio, uma criatura sem rosto que encapsula tudo de ruim que aquela mulher sente. É a jornada de alguém apático, de alguém que precisa ser o caminho para a resposta e solucionar a vida de seus pacientes... Mas nem ela consegue isso pra si. O terapeuta não pode te dar as respostas que ela quer, o marido não está presente, a paciente é outra alma perdia e a filha... A filha nem rosto tem. Acho muito corajoso como naquela etapa da vida, com a sonda estomacal, com os caprichos da criança, ela se recusa a ter rosto. O filme do tempo todo gritando pra gente, você não vai ter pena dessa criança porque isso não é sobre ela. O nascimento de uma criança é uma nova vida, mas também simboliza uma morte para a mãe. A cena dela pedindo socorro para algo que não tem solução, dizendo que ninguém entende o que ela precisa porque nem ela sabe... É muito forte e o final... Nem tem tem final. É uma reafirmação de um bem estar que a gente não sabe se vai existir. Fortíssimo!
If I Had Legs I'd Kick You
everybody who is planning to be a future mother needs to watch this movie first
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