Diary Entry forIn a Violent Nature
This film stands out with its brutal and imaginative death scenes. The intense visuals and perfectly executed fatalities bring a fresh edge to each murder, heightening the tension and excitement. With its explicit violence and unique viewpoint, “In a Violent Nature” is a must-see for horror lovers craving a thrilling and high-adrenaline experience. 2024: Ranked (https://boxd.it/sDDDC)
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In a Violent Nature
well it truly was violent i'll say that much girl
In a Violent Nature
Caminhada o filme
In a Violent Nature
this felt like a bad dream. i wouldn’t watch it again. i also wouldn’t recommend it. the pacing of this didn’t bother me? it’s just unsettling. very visceral. it felt like being hypnotized. a couple of the kills were so mean-spirited i kind of felt like i was an accomplice just by watching.
In a Violent Nature
Precisamos falar como a Shudder é ignorada no meio do terror e do filme de gênero como um todo. Brincar com um gênero cansado e gasto é fácil, agora fazer isso enquanto explora o gênero e não tem medo de se divertir é outro nível. In A Violent Nature, temos o show da vida de Jason. Amo como o filme se propõe a ser um POV do assassino Slasher de um grupo de jovens e acompanha sua "rotina" em sua empreitada de matança por um objetivo simples. A Priore o filme te engana demonstrando ser um exemplar do dito pós-terror que, na maioria das vezes, é uma desculpa pra fazer filmes de terror pretensiosos e que não tem culhões pra admitir ser um filme de gênero. Aqui não Brasil, aqui temos um filme que flerta com a "origem" e "rotina" do assassino e que brinca com os símbolos indo do vilão sem rosto até ele conseguir a máscara ou ao fato do passado trágico que envolve uma tragédia por motivos de descuido e enfim as consequências da tragédia. Se no começo a violência é regrada e pouco visualizada vendendo a imagem de um filme "limpo" a partir do momento que a persona do assassino se instaura, a direção de Chris Nash se permite ser o Slasher padrão que se espera, com direito a mortes criativas e que mais parecem ser tiradas de um jogo de Mortal Kombat, como ainda perto do final tem uma sequência que te tortura de forma sádica e isso é maravilhoso. É se permitir ter uma abordagem diferente do gênero – quando se propõe a acompanhar o assassino –, mas sem ter medo de ser um filme de terror de Slasher padrão. É fazer algo diferente, mas ainda sim se divertir. E até o segmento final que abandona o ponto de vista do assassino, ele te tortura porque (se você tiver o acervo mental de pelo menos 3 filmes de terror Slasher) ele te alimenta com uma dúvida se deu tudo certo ou não e pelo fato de não acompanharmos os jovens imprudentes, o peso da "final Girl" não é o mesmo, inclusive o filme consciente disso faz a personagem fugir do assunto quando questionada o que aconteceu com ela. Mas se teve um detalhe que me chamou muita atenção, é o fato de que o filme entende que o antagonista é um homem adulto, moribundo e assassino, mas que em seu momento de morte foi uma criança que tinha uma neuro divergência, não vou me comprometer em dizer que é isso e acabou, mas a cena dele brincando com um carrinho de um chaveiro e a câmera finalmente focando no rosto dele sem a máscara e mostrando ele fugindo desse rastro de morte, é algo que fez tanta diferença que me deu um click... Jason Vorhees era uma criança quando morreu, então essa questão da infância roubada é um fator a ser levado em consideração e eu fico feliz que esse filme tenha tido esse lapso de consciência a cerca disso, uma grata surpresa. Lógico que isso não descarta os tropos mais "negativos" que é a burrice esperada dos sobreviventes, mas até isso é relevante quando o assassino entende que eles tiram ele de burro, mas os burros mesmo são eles. In A Violent Nature é um filme trapaceiro, mas no bom sentido, ele flerta com a idéia tosca do dito "pós-terror" quando limpa sua violência no início e parece caminhar pra um lado mais "clean", mas na segunda metade ele cospe na cara dos fãs da A24 e do pós-terror e faz um Slasher padrão com direito a violência digna de um jogo de Mortal Kombat, os tropos do gênero e uma criatividade mórbida que vai do engraçado ao torturante de forma muito interessante e angustiante. Com espaço para discutir a infantilidade mental que esses psicopatas que renascem em corpos adultas com uma cena de 2/3 minutos que não diz nada a Priore, mas para os olhos atentos percebe-se que ela fala mais do que um filme de 2h inteiro e feliz que esse detalhe foi levado em consideração, o diabo mora nos detalhes, amém. Criativo, sádico, fofo e muito divertido.
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