Diary Entry forMission: Impossible - Dead Reckoning Part One
I need the second part ASAP!!!
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Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One
Mission Impossible: Dead Reckoning merupakan tambahan yang menarik dalam franchise ini, membuktikan bahwa film ini tetap dijalankan dengan baik. Pengemasan ceritanya yang menarik berhasil membuat penonton terlibat sepanjang film. Chemistry yang terbangun di antara tim Ethan Hunt sudah solid, dua cast baru, Hayley Atwell dan Pom Klementieff, juga berhasil mencuri perhatian.
Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One
I’d be lying if I said I wasn’t disappointed by this. The previous entry is one of the best action films ever made, and this feels like a poor sequel. Almost too silly at times, it never feels believable or interesting. The riddles were so basic a child could’ve solved them and the villain being AI just sounds like lazy writing to me. Still, some good scenes and Tom Cruise is an absolute legend through and through, so that’s something.
Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One
Apocalipse 1:17: "E, quando o vi, caí a seus pés, como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último, e o que vive; e fui morto; e, eis que estou vivo pelos séculos dos séculos, e tenho as chaves da morte e do inferno." O Tom de urgência que surge já do prólogo que estende a rotineira introdução absurdista de Tom Cruise, a política da guerra que se dá pela diplomacia, o longo trecho explicando a ameaça da vez, uma IA, ou A Entidade, fugindo dos vilões humanos que compunham as missões de Ethan Hunt agora temos um inimigo imaterial. Um ser que se tornou consciente de si e o que era ferramenta vira ameaça, o que era um artifício se transforma em consequência. O longa que mais tem intervenções de flashbacks que recontam a história do protagonista de Tom Cruise, ao mesmo tempo que fecha um círculo em volta da sua persona, um mundo hiper racional que não vêem mais a IMF como uma agência que soluciona problemas, mas de fato é um problema. Um grupo que não serve a um interesse estatal específico, ao mesmo tempo que seus feitos salvaram o mundo algumas várias vezes, existe uma aura e um sistema que não permite com que eles sejam livres. Ethan Hunt se transforma no Messias Renegado, no salvador da humanidade que é perseguido pois sua insubordinação quer usar uma chave, aqui de forma literal, que dá acesso a uma arma, mas não para a controlar e sim destruir. A escala da progressão de Christopher Mcquarrie que é urgente e crescente conforme as suas 2h44 de filme progridem, a nova personagem de Hayley Atwell que é um arquétipo mais direto a Femme Fatale mais clássica do cinema Noir, ao mesmo tempo que é uma agente das situações de conflitos também se mostra uma personagem de urgência, indo na contramão da super agente de Rebecca Ferguson que é um ômega do super agente de Tom Cruise. Existe uma crescente que transforma esse filme em uma espécie de épico grego e se situar boa parte de sua duração em Roma não é por acaso. A balada de luzes piscantes e corpos sombreados sem rosto em determinado momento se mostra um esconderijo do agente do vilão para à barriga da fera, A Entidade em muitos momentos deixa de ser tratada como uma IA, uma racionalidade do perigo, e vira uma figura fantasiosa. O diabo que assume a voz de um companheiro, guia o salvador para longe do confronto e o faz enfrentar fantasmas, literais ou não, de um passado de tragédias que ele reluta em esquecer e aquela soma visual no telhado que contrasta um sol vibrante e otimista com o entardecer frio e melancólico reflete essas dualidades que o primeiro capítulo do grande filme de Mcquarrie quer passar. É a caçada pela chave de um segredo que pode mudar os rumos do mundo de forma material e espiritual somados a um peso narrativo que obscurece a franquia que até então, com excessão do fraco terceiro filme, vinha sempre nos fazendo ansiar pela próxima grande peripécia do agente Ethan Hunt e sua gangue de circo que conduz todo esse primeiro capítulo. A ânsia pela próxima grande ação se transforma em um medo palpável de uma próxima grande tragédia, o filme onde o corpo de Tom Cruise representa seu espírito. Ainda pode aguentar muita porrada e queda, mas está cansado, está no limite o tempo todo. Se o inimigo deixa de ser físico e se transforma em uma idéia que calcula seus próximos passos e antecipa suas ações a missão da vez de fato é impossível e sua resolução só pode se dar por meio de um milagre. Se o diabo tentou Jesus em sua peregrinação no deserto lhe prometendo o mundo, o diabo de Tom Cruise lhe promete o fim do mundo e isso não é negociável!
Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One
i'm sorry but it should've been grace 🤷🏻♀️
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