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The Visit
É um milagre esse filme funcionar, e pior, ainda conseguir ser estranhamente bom?? Achei bem divertido de assistir, tomei susto, dei risada e até chorei.. o plot é insano de bom, apesar de achar que algumas coisas poderiam ser diferentes e que talvez fossem mais condizentes com o que tentaram passar. Mas não deixou de ser...bem, definitivamente uma experiência.
The Visit
achei que o que tudo o que aconteceu seria trauma o suficiente pra fazer aquele menino parar de fazer rap. infelizmente, eu estava errado. Oh, Shakira!
The Visit
Shyamalan dá uma sobrevida para o Found Footage. O filme que começa com esse drama, essa busca da filha mais velha em entender a mãe, descobrir seu passado, criar um filme como forma de terapia, uma solução, uma resolução pros seus problemas e vê nisso a chance de se perdoar pelo abandono do pai, coisa que ela internaliza como culpa dela tal qual o irmão faz o mesmo. Gosto como o filme é sequestrado pelos avós, o contraste dos jovens que só querem entender o lar da mãe e no fim os avós sequestram o filme com episódios de confusão noturna, um quadro senil avançadissímo e uma incógnita de até onde eles são apenas dois idosos senis e onde começa o transtorno e o perigo de duas pessoas, supostamente, instáveis. O elemento de humor é algo que o diretor emprega muito bem e ter essas crianças precisando ser um simulacro de uma infância que eles rejeitam ou não vivem pra poder serem essa base pra mãe, os buscadores do elixir e da cura de algo que transcende eles é bom demais.
The Visit
"Por favor, não guarde rancor, Becca." A famigerada sequência do zoom em Becca é uma provocação pralém de Tyler com a irmã, mas entre a câmera e o que ela filma: o plano se aproxima da personagem, enclausurando-a em uma redoma que a fragiliza em recorrência das perguntas, mas na própria composição; vai saindo do centro do quadro e sendo jogada para a extremidade lateral, instigada por Shyamalan até o corte para a próxima cena, onde Becca, agora em um close-up, contextualiza o trauma formador da incapacidade de olhar para o próprio reflexo. E, assim como ela é impelida pelo irmão através da câmera, a mesma filmadora exerce papeis restaurdores (ao colocar a protagonista para enfrentar-se em meio ao confronto do clímax (https://youtu.be/5D8NRISg_uE?si=aVbhjFRKRkUt3eaN&t=65)) e práticos (ao ser usada para quebrar a maçaneta da porta). Assim como Depois da Terra, as questões paternais mal-resolvidas de A Visita norteiam esse found-footage formalista e de uma decupagem minuciosa ao consolidar esse curto-circuito entre os mecanismos digitais (filmadora, webcams) com a lógica cinematográfica de composição da imagem (https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZiCndOfdLhHADe87yklEkzjBeJPBrtXRMUwlCoUJEJrkQ_bu4Q5YbzB82HEpbYJBYzuWcLIiUiBzNC03-FYks8Qpj7D-80QKOXVSi1yBF7EDIjxScpOGp2DYeQihpRFa1tXNXXIPIrbI/w432-h230/the-visit.jpg).
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