Nightbitch

Diary Entry forNightbitch

juan's profile
juan
Tuesday, 7 January 2025

Amy Adams with six nipples, what a sight, haha. The movie’s humor worked, though it had its frustrating parts. Still, I found it enjoyable.

Other Diary Entries forNightbitch

congratulashayla's profile
congratulashayla

Nightbitch

Eu admito que saí mais satisfeito do que decepcionado, o texto tem alguns problemas pontuais, retratar a maternidade como elemento "natural" e "selvagem" é o menor dos problemas. Talvez o fato do filme se prender a uma maternidade bem suburbana, o que não é problema se você só pode dissertar sobre isso faça isso, porém quando você adiciona outras perspectivas e de pessoas não brancas (1 pessoa), e relativiza tudo... Seu discurso de que maternidade é trabalho de cão (trocadilho não intencional) perde um pouco do impacto. Agora o fato do filme não confiar 100% na imagem, precisar de muitas passagens textuais também não ajuda e o filme possuía um passe lúdico pra fazer algo mais absurdista, nem me refiro ao fato dela virar uma cadela (a cachorra!?), mas sei lá, põe a Amy Addams numa fantasia descarada, venderia melhor essa ideia do que um cachorro e só. Mas eu ainda gosto da interação dos personagens, a dinâmica com a criança é muito fofa e poxa quem tem mãe – ou uma figura materna pra não afetar gatilho de ninguém – depois de uma certa idade a gente se compadece quando olha em retrospecto todo estresse que uma criança causa! Apesar da direção formulaica e até meio engessada, é um filme okay.

1d ago
vinguson's profile
vinguson

Nightbitch

This movie makes me want to be a Furry even more. Take a break from the hustle and bustle of the busy world by being a freely dog, that's my dream.

2d ago
upsidedown's profile
upsidedown

Nightbitch

"Eu sempre vi a maternidade como um estado fraco do ser. Mas, a maternidade é uma coisa bem mais primordial e ativa do que isso. Deve ser a experiência mais violenta pro ser humano, além da morte em si. A primeira ação de uma criança é de violência contra a mulher que a gerou. Ainda sim, a mãe ama a criança com o amor mais poderoso conhecido no universo. É uma coisa que sai de nós, rasgando literalmente. Nos parte ao meio com muito sangue, bosta e mijo ou somos abertas com uma faca, nossos órgãos são retirados depois devolvem pros lugares e nos costuram. Então, não, maternidade não é uma maravilha: talquinho cheiroso, goma de mascar, vestido de renda. A maternidade é muito bruta." Esse filme é como a maternidade: brutal. Amy Adams conduziu com perfeição sua personagem. E eu tenho que dizer que adorei a participação da Jessica Harper; ela fez Suspiria, e eu fiquei muito feliz de revê-la aqui. A única coisa em que acho que o filme peca é em tentar, o tempo todo, criar frases de efeito e citações, em vez de se aprofundar no poço da personagem. Poderiam também abusar de uma direção mais ousada e até mesmo de um visual mais impactante, tipo, sei lá, fazer ela querer atacar o filho, para mostrar essa parte mais profunda, onde uma mãe doente pode chegar. E outra coisa: seria interessante criar mais cenas entre ela e as outras mães. Dava para se aprofundar mais. Ele é um filme profundo, mas a preocupação aqui é hitar com frases bonitas para pôr no Twitter ou em qualquer outra rede. Tirando isso, o filme é maravilhoso em todos os aspectos, principalmente por mostrar como foi para a mãe dela. Eu também queria ver mais disso. Eu acho que as cenas de sexo também foram bem colocadas, a cena em que ela menstrua, e todas essas coisas, pra humanizar a personagem e mostrar que ela apesar de mãe, ainda é mulher, ainda sente necessidade de sexo, ainda tem um corpo funcionando normalmente. Fazendo coisas que ninguém atrela a uma mãe. E principalmente eu gostei que não deixaram nada muito fantasioso, evitaram muitas transformações, ou coisas muito fantásticas, pra não virar uma piada, souberam medir bem isso. Acho que o que faltou mesmo só foi que eu falei, menos citações e mais sensações.

4d ago
seenyourvideo's profile
seenyourvideo

Nightbitch

Messy, tacky, baffling execution—might hit the nail on the head too many times with its motherhood-primal urges metaphor—and still, I can't deny how relatable it was with the way it detailed the intricate balance of stay-at-home mothering and the easy life that came before birth. As a father to a nearly two year-old who spends nine hours of his day alone with his mother, Nightbitch seemed to know all about it.

6d ago

Sign in to track, rate and review films

Nightbitch

Sign in to track, rate and review films