Diary Entry forRevenge
More Coralie Fargeat. More chaos. More brilliance.
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Revenge
Her career has only just started, but Coralie Fargeat has a bright future ahead of her. Personally, I think Revenge is much better than The Substance, which is a film I thought was great. My issues with this film are pretty small all things considered, and I was blown away most of the time. Fargeat already had such a strong grasp on practical effects, on cinematography, on sound, and on writing. I think the themes are on the nose, similarly to her more known work, but that doesn't hinder the experience for me too much. I don't like how much I am comparing this film to The Substance, because I really do think this film is stronger than it. The neatest part about Revenge is that it's her directorial debut, which is very shocking to me since it's just so well made. You would think only someone who's been at this for some time could make something so cinematically sound, but she just nails it on her first go. Revenge is the exact movie that makes one pay attention to their career, and I will absolutely be doing so in the hopefully nearby future.
Revenge
i had to pause for an hour due to outside events but it was still really good and i was so invested it was like i’d never had to step out
Revenge
Coralie Fargeat reconta a sua forma e com sua identidade uma história que já teve várias releituras, mas de longe esse é o mais visceral. Ver esse achando que é mais uma versão de A Vingança de Jennifer é um tanto quanto equivocado, primeiro porque a diretora não está se importando tanto com a questão moral da coisa. Não ironicamente o filme mesmo já começa desafiando o senso comum, a diretora não tem pudor em demonstras a personagem principal em um momento de descontração e nesse meio sua lente é certeira em pontuar aquilo que todo espectador desavisado, ou só mal caráter mesmo, percebe. A violência que se segue em seguida é "justificada" pela lente, que se dá no ponto de vista desse homem em específico, e o que se segue em seguida é a vertente do cinema francês violento e sua sanguinolencia onde tudo é extra. O filme não se importa muito com questões de verossimilhança, a forma como alguém com a barriga perfurada consegue se locomover sem muita dificuldade ou um rombo que se fecha com uma chapa fervente é algo que serve pra questões visuais. E até às feridas mais sérias e que imobilizariam uma pessoa comum, existem apenas pra escancarar essa questão mais visual. Agora o que a diretora faz com um espaço tão pequeno quanto a casa na reta final é de se admirar e encantar. A sequência final que envolve um cômodo em rotação com os personagens se perseguindo sem sair do canto é tão angustiante quanto uma cena com um cenário gigante e várias pessoas participando de uma sequência de ação frenética, mas no fim são só duas pessoas tentando sobreviver, ou melhor uma tá tentando sobreviver e a outra está tentando do limpar a própria bagunça, e ambas machucadas, porém esse domínio da direção em esconder esses dois personagens nesse espaço tão apertado é o que coroa esse final e o cenário todo pintado em vermelho sangue é lindo demais. Lindo e nojento!
Revenge
Whoops, forgot to note this one. There's some real rah rah fuck 'em UP moments for sure, awesome & poetic brutality, and I love the slow stripping away of our Mr. Lead Bad Dude into a naked, feral state of masculine hatred. But I'm also coming at this sub-genre from the opposite end of its run, so I can't really speak to any table-flipping it's doing (or reinforcing). Will revisit once I've properly waddled through 50 years of filth. 👍
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