Diary Entry forForty Guns
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Forty Guns
Mais um de '57 que revisitando na o Faroeste e faz um trabalho melhor que Rastros de Ódio? Puuuuuuuuuuuutz. Mas falando sério, de longe esse aqui se aproxima mais de um Noir do que necessariamente um faroeste, não que ambos se distanciem tanto um do outro em temas, mas antes de ser um faroeste gosto como existe essa correlação de amores fatais. Jéssica Drummond é a femme fatale que conquistou seu lugar ao sol, a própria Mammie de A Descarada, mas ao invés da prostituição temos o abraço da violência e das formas de força masculinas pra construir sua força. Acho interessante essa história que tem uma mulher numa posição de ascensão numa lógica de terra de ninguém, quando os conceitos de democracia e justiça se aproximam dessas terras isoladas. Uma mulher que abraça uma visão de mundo fatalista e violenta quando a "civilidade" chega nesse espaço, tudo vai por terra. A violência institucionalizada, a pena de morte garantida com a morte de um agente que mantém a violência estatal como forma de controle e um romance que se apresenta como fatal desde cedo. Gosto como esses dois personagens tem uma química sexual tão forte, eles estão isolados numa cabana no meio de uma tempestade e sem esse background da vida de Jéssica cria um cenário de conforto e tesão em um pelo outro. Gosto como ele tem esse texto sobre jovens que não precisaram passar pelo processo de "sobrevivência do mais forte" e tem essa idéia idealizada de que portar uma arma é poder, decidir se alguém merece ou não viver é poder e no fim o irmão mais velho fala, eu sou uma aberração, eu fiz e faço isso para que você não precise. A câmera de Fuller não capta só esses momentos de violência ela brilha mesmo é quando se permite capturar esses personagens em interações mais íntimas o jantar, o desabafo do irmão mais novo e o desabafo intimista do irmão mais novo e o final com aquela música, aquela carroça indo embora... Ai é tudo gigante sem gritar, muito pelo contrário é tudo cantado! Belíssimo.
Forty Guns
Way to start off 2023 with a bang! I’ve been meaning to watch Forty Gunsfor some time now, as it’s been in my Criterion Collection for almost a year now without me watching it. And I’m glad to say it was well worth the wait! It’s refreshing to see a strong woman in a western, especially wielding as much power as Stanwyck’s character Jessica Drummond had. There’s some great set-pieces, we’ll-choreographed action, and overall was a pretty good time! I wish it were a little more flushed out, but in the end, I still enjoyed this film a lot! Here’s to a great 2023 y’all!
Forty Guns
how is an eighty minute movie slow? like get it together omg
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