Diary Entry forThe Hunger
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The Hunger
O vampirismo na cultura popular possui um forte apelo romântico que circunda a maior parte de suas histórias, seja em essência ou em atmosfera, justamente por carregar um teor poético na idealização da imortalidade de seus personagens como prova de amor eterno; o subgênero dos vampiros reforça um tom idílico muito forte em como constrói o romance na sua dramaturgia, uma espécie de pacto atemporal registrado nos rostos jovens daquelas figuras. Por isso mesmo que The Hunger se destaca no modo escolhido por Tony Scott para dissolver tais conceitos, seja a paixão imortal e vertiginosa de amantes destinados a estarem juntos "para sempre" do modo mais literal possível ou a noção de juventude que atravessa inúmeras eras sem a presença dos sinais de velhice. Seus vampiros envelhecem e são amaldiçoados com a vida eterna em meio ao próprio corpo em decomposição. Scott traduz toda a dramaturgia do texto através de imagens límpidas e harmoniosas que caminham entre a atração dos corpos em cena, o erotismo vindouro do desejo incontrolável que aqueles corpos exercem na mise-en-scène (a cena de abertura) e a melancolia dos espaços vazios e fúnebres, banhados por uma iluminação espectral, quase fantasmagórica na qual representa aqueles corpos como espectros de tempos passados que sofrem com a dor de ainda estarem vivos e perdidos, sem um caminho a não ser lidarem com a própria desgraça. Faz uma ótima sessão dupla com Near Dark da Kathryn Bigelow. (Um breve destaque para reparar como Scott já ensaiava em 1983 sobre o cinema de imagens em um fluxo descontrolado que faria na sua entrada para o cinema digital em filmes como Domino e Man on Fire. A cena de abertura é um exercício de montagem que revela a mão atenta do cineasta ao lado do montador em intuir um tom alucinante ao encenar as duas primeiras vítimas de Bowie e Deneuve em cena).
The Hunger
que tesao 🔥🔥
The Hunger
vampire david bowie save me, save— oh, okay. damn.
The Hunger
First of all, I love the opening scene, the 80s blue lighting, Catherine Deneuve and David Bowie. The scenes with Miriam and the floating chiffon felt like a fever dream. With all that being said, WHAT WAS THAT ENDING? Miriam is a true vampire from Egypt who turns people into her “half-vampire” lovers through blood transfusions. She’s immortal and her lovers start to decompose after about 300 years. Since that’s established, then why on earth did she suddenly wither and age after Sarah bled into her mouth? And on top of that, how did Sarah become the new “queen vampire”? They could’ve just ended the movie after Miriam’s fall and the death of her lovers. I couldn’t decide between 2.5 and 3 stars because of that ending. If I’m misunderstanding something, please correct me!
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