Diary Entry forSigns
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o alien no brasil ai adeus
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Lindo a forma como Shyamalan aborda uma premissa lugar comum, mas de uma forma tão única, tão intimista e que ainda sim fala de uma família em uma casa afastada, cercada por um milharal e ainda sim do mundo ao seu redor. O grande ponto aqui é fé, ou a falta dela, a forma como o diretor arquiteta essa narrativa onde cada detalhe é um elemento importante é de um preciosismo que pode beirar o mecânico, mas que graças a habilidade de Shyamalan em dramatizar de forma tão boa seus personagens e sua narrativa é tudo posto em tela de forma que o suspense funciona, o terror funciona e o drama igualmente funciona. É uma tríade que se intercala e se comunica de forma que nada sobra ao ponto que durante 1h48 eu acreditei em sinais e milagres!
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No começo eu nao sabia o que pensar mas que filme bom, ele faz pensar e consegue entregar suspense alienígena com fé, é uma mistura bem inesperada mas foi um suspense bom, de forma que introduziu bem as coisas extraterrestres e eu achei que iam ficar no meio fio mas nao, realmente tinham extraterrestres. Foi uma história bem construida mas demorou um pouco pra acostumar, mas eles introduziram de forma tao leve a fé que vc fica ate em duvida, mas na vdd todo filme é envolta disso, porque será que é uma conhencidencia que a bo deixava os copos por ai? Que a mae deles falou aquilo? Que o Morgan tinha asma? Eles foram avisados varias vezes realmente, no livro, com a mae, com a bo, com o ray, mesmo que tenha demorado pro pai entender porque ele n queria acreditar. No final nao é atoa que aquele frase significa tudo no filme, tudo isso é uma conhecidencia ou é um milagre?
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Assim como Corpo Fechado, um filme sobre as revelações do olhar, materializado pela câmera que perpassa, enquadra, se aproxima ou exibe aquilo que os personagens enxergam, seja a faca no balcão ou os copos de água espalhados pelo cenário - nisso, as subjetivas simulando a posição do espectador no evento reafirmam essa presença do público na concretização de um milagre. Todavia, mais do que isso: uma película sobre o movimento do destino, irrepreensível em direcionar suas peculiaridades e sua dramaturgia até esse ponto de ruptura que eleva o teste de fé do Reverendo Hess até a última potência - a sequência final sendo a coroação dessa prova espiritual onde o fantástico é um fundamento narrativo que atinge seu ápice na introspecção de uma família isolada do meio urbano presenciando a mão da fé atuando sobre eles. Ademais, me chateia muito os estragos de pessoas como o Ebert na crítica ocidental: como é possível que exista uma sequência onde o próprio cineasta dá vida a um personagem que, explicitamente, menciona cada estrutura da narrativa ao protagonista e ela seja ignorada para a presunção de leituras superficiais se atentarem aos "furos de roteiro" do longa? É entristecedor que a arte seja resumida a tamanha mediocridade de uma análise racional e tal impulso se manifeste não apenas no público, mas nesses ditos críticos que são profissionais inapetentes - e isso não é um apontamento específico a alguém, mas uma observação geral. No mais, me fascina o tempo que cada imagem perdura, a precisão que existe ao cortar de uma para a outra - a retenção da conversa do Reverendo com a esposa, revelada aos poucos pela progressão narrativa - ou os closes hipnóticos que revelam as emoções mais sinceras. O testemunho do espiritual no mundo material. Afinal, existiriam sinais ou é tudo resultado do acaso?
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