Knock at the Cabin

Diary Entry forKnock at the Cabin

lila's profile
lila
Friday, 17 February 2023

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juan

Knock at the Cabin

geh adalah koentji

2h ago
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cheska

Knock at the Cabin

when andrew looked at everyone’s things that’s when everything in me broke then boggie shoes started playing and that’s when i wanted die

6h ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

Knock at the Cabin

A formalidade de um cinema Hitchcockiano que se choca com uma idéia tão conservadora quanto o texto faz parecer. Se em "Fim dos Tempos" Shyamalan cria uma grande paródia do hiper realismo que dominava o cinema na metade dos anos 2000, em "Batem à Porta" o diretor brinca e faz uma espécie de Remake mais imediatista e que provoca ainda mais o cerne conservador internalizado em "Fim dos Tempos". Se anteriormente Shyamalan inicia seu filme de catástrofe com a imagem de duas mulheres conversando, uma idéia de destruição da lógica e do senso de preservação ocidental a partir de uma interação implicitamente Queer, em Batem a Porta os agentes do caos representam a norma que bagunça a vida pacífica e calma desse casal de homens que só queriam um descanso em uma cabana afastada com a filha adotiva. Toda a idéia de um fim de mundo onde apenas a norma convencional pode salvar rende um suspense onde a violência se retroalimenta e apenas o auto sacrifício ou o sacrifício do próximo pode resolver. Shyamalan tem um cinema muito pautado em questões de fé e uma fantasia intrínseca que existe no mundo real que o cinema Blockbuster renegou e ainda renega com muita força. Ele captura aquele campo, aquela casa como um paraíso, é iluminado, é utópico é quase um Jardim do Éden e a preservação da inocência da criança também gera rimas visuais interessantes, a criança que captura gafanhotos e os observa é um fore shadow da dinâmica da cabana que logo transforma o Éden em um espaço dominado pela violência, o pior dos pecados, não matarás o próximo e todo o final que tem um sabor amargo e abraça um conservadorismo textual que só não cai no mal gosto (né Zach Cregger) porque o Shyamalan compõe nas imagens um afeto tão real, uma fé tão cega em um futuro de liberdade para aquela família que só é encantador mesmo sendo trágico. É Shyamalan né! Esquece!

1d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Knock at the Cabin

Mais próximo de The Village do que imaginei no primeiro contato. A mão da fé como a maior desgraça do mundo. Eu não quero acreditar.

2d ago

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