Diary Entry forThe Living End
nova estética puto desbloqueada: luke! estou prestes a maratonar a filmografia do gregg araki pq gosto muito da estética dos filmes dele e da forma q ele os dirige
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The Living End
O cinema Queer da virada do milênio possui uma raiva e um apelo estético tão único. Retratar de forma satírica e até fútil um período tão nebuloso como a crise da AIDS é algo que ressoa nessa virada, seja como essa punição que ressoa na culpa católica, ou a desculpa pra você não temer mais viver. Afinal se seus dias tão contados você não vai se privar de viver. Aqui Araki transforma isso em uma máxima: viva rápido, morra jovem e deixe um corpo bonito pra trás. Gosto da forma como o cano da arma tem essa iconografia do falo, o instrumento de prazer e excitação se transforma em algo letal. A forma como Jon um artista/escritor é levado a essa fulga por meio de impulsos e faz sua roadtrip pelo país em busca de um local, mas nunca fixo. Entre os motéis, os parques, os banheiros. Corpo, fluídos e essa raiva que na falta de um indivíduo, o mundo se transforma no seu alvo. Gosto da provocação de "infectar" o presidente, afinal se ele ficasse doente da noite pro dia eles rapidamente criariam uma cura. Existe uma vontade de viver na mesma intensidade de morrer e gosto como no final embora o mundo diga que eles tem que morrer, existe essa força sobrenatural que os impede e os obriga a viver. Viver quando o mundo quer que você morra é resistência, é doloroso, mas quando se olha pra trás você entende que não existe esse movimento de resistência sem dor, sem vontade de viver na mesma intensidade de morrer ou seria de f*der!?
The Living End
o orçamento era literalmente um pastel de frango e um dolly cola mas pelo menos os principais eram gostosos
The Living End
I was today years old when i found out AIDS stood for “Adios Infected Dick Suckers” Thank you Gregg Araki
The Living End
“FUCK THE WORLD.” Those are the first words we see in Gregg Araki’sTHE LIVING END. Painted blood red against a noisy backdrop of graffiti the words are indicative of the rage felt the generation of gay men left for dead by their government. “Left for dead” may be too nice, perhaps “encouraged to die” and blamed for their own deaths is more accurate. The Living Endis the kind of rage induced unapologetically queer art that I love to experience. A sweat soaked, blood drenched, cock sucking odyssey with two men who feel the weight and acute hopelessness of not only their situation, but the world as well. Each experiences this despair in different ways yet still, they cling to one another even when it’s hard, even when they disgust each other, because at the end of the day…who else is going to understand them? Who else is going to forgive them? They (and gays as a community) only have one another. Fuck the world. Also have to comment on how much I appreciate Araki’s directorial eye. There’s a lot of truly beautiful and even straight up weirdscenes here that I just adored experiencing. Need for him to direct another film like, soon. Not want, need.
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