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HALLOWEEN #18 - (2025) 🎃 gente eu tava assistindo o filme já tinha até decidido oq iria escrever na review mas agora eu esqueci
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I like when horror doesn’t over-explain. Just a simple curse, a girl trying to stay alive, and the kind of silence that echoes. Maika carries this with such quiet fear—it really lingers.
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nothing more horrific than not knowing what the fuck is going on and what the fuck is going to happen next, this movie is crazy. kudos to her friends for believing her even though they don’t know whats going on and sticking up to her no matter what. maika monroe you are incredible.
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Quando eu vi esse filme pela primeira vez lembro que não entendi nada mas depois eu achei ele TÃO interessante e legal
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Jovens suicidas de Sofia Coppola se encontra com Halloween de John Carpenter. Sempre que falam desse filme o maior tópico que levantam é sobre a "subversão" no Slasher que ele propõe, o que eu concordo em partes, até porque na verdade esse filme é a aliteração do que é um Slasher. Onde a pureza de uma juventude desviante encontra seu fim no sexo antes do casamento e no desapego das relações monogâmicas e destruição do padrão social estadunidense e branco (abaixa essa faca Quebrando o Tabu). Acho incrÃvel que o terror do filme é bem mÃnimo, ele tem seus momentos pessoais, mas a deterioração da personalidade e vontade de viver da protagonista imperam. O filme que se concentra na melancolia do quarto fechado, isolado e os amigos com ela no quarto tomam boa parte da cena e quando a entidade aparece é pra ser morram mesmo. Se no começo ela é paciente, conforme a sede por sangue aumenta sua violência também aumenta. A busca pelo transmissor da maldição que leva esses 4 jovens pra periferia não é nada sutil e nem é pra ser, o filme é bem literal no que ele quer dizer e o fato de não haver solução pra isso é só o reforço da máxima de que você precisa viver com essa "maldição" pra sempre e lidar com as consequências trágicas de um sexo sem proteção. Admito que ele é mais Virgens Suicidas do que Slasher propriamente dito, até porque ambos tem um final que se escora em um pessimismo meio desesperançoso. Muito bom.
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