Other Diary Entries forFantastic Four
Fantastic Four
if you ignore the dr doom villain plot this actually really good and captivating (literally. i always got disinterested whenever it was about doom)
Fantastic Four
Claramente é um projeto de estúdio, ainda surge na leva de filmes de heróis seguindo uma fórmula bem Sam Raimi genérico, mas o grande diferencial do Quarteto, e isso vale pra tudo, inclusive o questionável Reboot de 2015, é o fato de eles terem uma dinâmica familiar. Aqui como toda boa história de origem vemos a origem dessa dinâmica, uma dinâmica de trabalho que se estende para além dele no sentido mais óbvio: ser 4 indivÃduos que passaram por uma experiência extrema e ambos desenvolveram poderes. Acho muito digno ele preservar o fator prático dos efeitos com o Victor Von Doom sendo uma caracterização toda em maquiagens, uma máscara de ferro icônica e os trejeitos de um megalomanÃaco meio bicha e o Coisa de Michael Chiklis possuir o maior dilema uma vez que seus poderes são o extremo de sua persona, ser um homem de pedra que precisa lidar com olhares de julgamento e piadas e ser abandonado no começo desse perÃodo de ressignificação pessoal, são os dilemas morais que passeiam por um rabisco do que Raimi fez em seu Homem-Aranha, porém a direção de Tim Story não tem tanto apuro quanto a encenação do todo. Toda a questão emocional e prática da ação se dá pelos efeitos e a entrega de seus personagens. É um exemplar do exercÃcio de uma nova leva de filmes de heróis que surge nos anos 2000 e como o padrão não estava determinado, ainda, ele tem um dos clÃmax mais mÃsticos, ao invés da megalomania habitual, ele se encerra com um confronto mais intimista em meio a uma rua com pedestres servindo de audiência e prédios ao redor. Não é o filme perfeito, mas talvez seja um dos mais carismáticos dessa leva pré-industrializada do gênero.
Fantastic Four
the writing and plot may not be the best but i love their family dynamics!
Fantastic Four
Tim Story não tem um olhar apurado pra decupagem de sua dramaturgia e mesmo assim ele consegue encontrar a sensibilidade necessária em momentos pontuais - Reed entregando a aliança da ex-noiva de Ben, os olhares de consternação em Sue e determinação do Reed, o diálogo entre Ben e Sue após a briga com Johnny - que segura as pontas em uma narrativa que jamais se debruça sobre as questões que estabelece - existe muito potencial nesse impasse da negação ao heroÃsmo, a recepção da mÃdia e o maravilhamento dos novaiorquinos, mas sempre termina em uma superfÃcie limitada a uma cena. No mais, é fascinante dimensionar o tamanho da criatividade de Story nessa plasticidade declarada e desavergonhada com qual explora as capacidades concedidas pelas habilidades do grupo, sempre com uma franqueza gráfica que está entre o maravilhamento perante esse fantástico (a cena da ponte) e a fluidez com que encena os poderes (o primeiro voo do Johnny, os campos de força da Sue ou a elasticidade de textura borrachuda do Reed), tornando-se cada vez mais imaginativo em suas composições imagéticas a medida que avança. Me assusta um longa desse subgênero tão contido e primitivo - o clÃmax resume-se a dois edifÃcios e uma avenida -, que se permite a diversão nas possibilidades da fantasia e do Sci-Fi sessentista de um High-Tech já ultrapassado, desinibido até em como caracteriza seu antagonista pela teatralidade mais hiperbólica possÃvel - e o falecido McMahon se deleita nos trejeitos estapafúrdios de Victor Von Doom, dessa vez um milionário egocêntrico e não o lÃder de uma nação.
Sign in to track, rate and review films
Sign in to track, rate and review films
