Diary Entry forThe Zone of Interest
i just cannot understand how one can live so normally knowing that there are people dying just on the other side of the wall with all that screaming, smoke, and smell. i want to act surprise that people live so disconnectedly from the world that they are able to just ignore the genocide happening quite literally in front of their eyes but current events have proved me wrong time and time again.
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The Zone of Interest
"The Zone of Interest" is unlike anything I've experienced before. Instead of relying on graphic visuals, it plays with your senses through chilling sounds screams, gunshots, even the haunting echoes of crematoriums. As I watched, it felt like delving into the depths of the human psyche. The music, the visuals, the performances they all weave together to create this haunting yet mesmerizing tapestry that lingers long after the screen goes dark. It's a cinematic journey that's truly one of a kind.
The Zone of Interest
Didn’t really get anything out of this. Sure, I get that it’s meant to be horrifying and it’s good in its subtlety, but I literally didn’t really care about any of it. You might think that’s heartless and maybe it is, but I didn’t find it moving and I’ve known about the atrocities the Nazis committed all my life. Just found the whole thing boring. Sorry. It was well made and shot though.
The Zone of Interest
Nada no mundo surge do nada, com excessão da natureza, não existe obra posta no mundo pura, livre de pensamento, livre de ideologia e/ou livre de política. Quando um autor cria sua obra, existe sua visão sobre o que ele está criando, se for algo fantasioso, a fantasia vai pegar respaldo em coisas da vida real para se justificar e criar seu cosmo e se for real é ainda mais intenso pois precisa lidar com camadas e camadas de historicidade e fatos que fogem do seu controle "criativo" e se rende ao que é, um fato. Mas e quando uma obra tenta fugir de tudo isso, o que acontece quando uma obra tenta ser algo "neutro", sim temos uma obra que pode ter grandes aspectos estéticos, mas que no fundo é vazio e esse é o caso de Zona de Interesse. Em Zona de Interesse, acompanhamos um pedaço da vida de Rudolf Franz Ferdinand Hoss simplesmente um dos responsáveis pela criação de táticas de extermínio no período da Alemanha de certas pessoas e certos partidos. O fato do filme acompanhar um comandante nazista não é bem um problema, o problema surge quando Jonathan Glazer não consegue tirar muitas coisas dessa premissa em si. A escolha consciente de abordar a perspectiva do campo de Auschwitz do lado nazi é algo que poderiam gerar boas discussões e instigar de forma positiva algo que se sabe muito, mas que não tinha sido explorado até então... Porém nada disso acontece, o longa tem uma energia extremamente conservadora com algo que não faz sentido em ser, como que numa tentativa vã de mostrar seu protagonista UM NAZI em uma figura "casta" ou "moralista" ele invisibiliza questões que vão contra essa falsa moralidade e a todo tempo demonstra um contraste entre a família de Hoss e o campo de concentração em si que não tem motivo de ser. Quase o tempo todo vemos Takes belíssimos, uma fotografia muito boa e atuações que poderiam dizer algo... Mas não, aqui é quase tudo vazio. Ao mesmo tempo que quer ser disruptivo e polêmico: vejam só, estamos falando da vida boa de uma pessoa que matou milhões no passado. Chega um ponto que parece que se arrependeu de estar fazendo isso e suaviza as coisas de forma que outros personagens precisam falar atrocidades como se pra tirar o peso das costas do protagonista... Moralidade são assuntos que podem ser levantadas no cinema, pra bem ou pra mal, mas existe uma linha de bom senso onde, eu pelo menos acredito, que nazista não é nem gente, então porque esse esforço em tentar dizer que a Alemanha nazista existiu, foi um inferno e ainda sim tentar vender uma questão mais complexa do tipo: vejam bem esse cara tem família também, as coisas não são tão simples assim. Concordo, as coisas não são simples, mas por que que ao invés de iniciar um questionamento válido com um texto que combine sua direção inspirada, você mais parece uma produção de grande orçamento da Brasil Paralelo!? E olha que eu ainda tô sendo gentil, pois o Brasil Paralelo ainda consegue fazer coisas que te geram minimamente raiva, em Zona de Interesse não temos nem isso. É entendível porque esse aqui tá concorrendo a Oscar, ele é mais inofensivo e vazio do que parece. No mais, Zona de Interesse é um filme que tem bastante potencial, possue uma direção linda e uma fotografia que cria quadros e constrói sua narrativa, visualmente falando muito bem, porém as imagens belas parecem querer ser mais um atrativo a parte do que algo que agregue de alguma forma. Ele tenta ser algo que incomoda ao abordar uma figura extremamente monstruosa na história da humanidade, existe um feeling bizarro de conservadorismo sobre a imagem de uma pessoa que não tem porque ter esse apreço moral e quando você acha que vai vir algo para te defrontar, é algo que fica em 2° plano e parece mais um desvio de caráter de um nobre do que algo que de fato abale a moral de uma pessoa dita íntegra, mesmo sendo quem a pessoa é. Um filme de alto orçamento que poderia ter vindo facilmente do Brasil Paralelo, mas que não tem força nem pra te fazer raiva, como uma produção da Brasil Paralelo faria com bem menos esforço.
The Zone of Interest
Clinical arrangement, we're on the table. Local anesthesia has been applied but the patient is fully aware for the goings on. The scalpel descends and begins its business. Such is the cool approach from Glazer which, while tracing a pale finger along that specific period, nonetheless directs attention to all time as well as our time. Throat grabbing sound design, and pit-in-your-stomach 'hidden camera' vantage points as we watch this ghastly terrarium in action. We know what the darkened halls of history have swallowed whole, and yet we descend.
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