Diary Entry forKnock at the Cabin
when andrew looked at everyone’s things that’s when everything in me broke then boggie shoes started playing and that’s when i wanted die
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Knock at the Cabin
geh adalah koentji
Knock at the Cabin
A formalidade de um cinema Hitchcockiano que se choca com uma idéia tão conservadora quanto o texto faz parecer. Se em "Fim dos Tempos" Shyamalan cria uma grande paródia do hiper realismo que dominava o cinema na metade dos anos 2000, em "Batem à Porta" o diretor brinca e faz uma espécie de Remake mais imediatista e que provoca ainda mais o cerne conservador internalizado em "Fim dos Tempos". Se anteriormente Shyamalan inicia seu filme de catástrofe com a imagem de duas mulheres conversando, uma idéia de destruição da lógica e do senso de preservação ocidental a partir de uma interação implicitamente Queer, em Batem a Porta os agentes do caos representam a norma que bagunça a vida pacífica e calma desse casal de homens que só queriam um descanso em uma cabana afastada com a filha adotiva. Toda a idéia de um fim de mundo onde apenas a norma convencional pode salvar rende um suspense onde a violência se retroalimenta e apenas o auto sacrifício ou o sacrifício do próximo pode resolver. Shyamalan tem um cinema muito pautado em questões de fé e uma fantasia intrínseca que existe no mundo real que o cinema Blockbuster renegou e ainda renega com muita força. Ele captura aquele campo, aquela casa como um paraíso, é iluminado, é utópico é quase um Jardim do Éden e a preservação da inocência da criança também gera rimas visuais interessantes, a criança que captura gafanhotos e os observa é um fore shadow da dinâmica da cabana que logo transforma o Éden em um espaço dominado pela violência, o pior dos pecados, não matarás o próximo e todo o final que tem um sabor amargo e abraça um conservadorismo textual que só não cai no mal gosto (né Zach Cregger) porque o Shyamalan compõe nas imagens um afeto tão real, uma fé tão cega em um futuro de liberdade para aquela família que só é encantador mesmo sendo trágico. É Shyamalan né! Esquece!
Knock at the Cabin
Mais próximo de The Village do que imaginei no primeiro contato. A mão da fé como a maior desgraça do mundo. Eu não quero acreditar.
Knock at the Cabin
Quando a fé se torna uma maldição. As comparações com Fim dos Tempos se justificam pelo inerente pessimismo que o longa absorve em sua narrativa enclausurada de invasão domiciliar, mas foi impossível não perceber lampejos de Fragmentado e A Dama na Água: a forma que Shyamalan converte aquele cenário limitado como esse ambiente responsável por alterar o curso da humanidade e a brutalidade da circunstância que o casal principal é atirado ditam o caminho dramático que o cineasta vai assumir em sua decupagem. Nenhum "milagre" aqui é restaurador, mas sempre visto sob uma angústia constante dessa situação onde o questionamento acerca da verdade transfigura o jogo de imposição da fé em um castigo divino, onde a esperança nasce em detrimento da tragédia - nesse sentido, o desfecho é uma farsa incontornável; não existe recompensa, só a fatalidade de uma família condenada. Acreditar é uma lástima inexorável aos personagens de Knock at the Cabin. Destaque para o Jonathan Groff e a Abby Quinn.
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