Diary Entry forThe Island of Prohibited Pleasures
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The Island of Prohibited Pleasures
É uma pena o Carlão não tá vivo pra dissertar sobre a juventude conservadora e a nação bolsonarista. Aqui o diretor transpassa a censura com a narrativa sensual de uma Pornochanchada, mas não sem dar suas críticas, a ilha é o exílio, quem lá mora vive sobre a regra de liberdade. Apesar do título sugerir algo de cunho sexual – o que de fato existe – antes de tudo é um lugar pra se expressar, pra escrever, pensar, criticar e no final do dia gozar com sua parceira, seu amigo, suas amigas e quem quiser e puder. O mais interessante desse é trazer uma personagem que mascara seu conservadorismo em prol de cumprir um objetivo e quando achamos que isso mudará com o desenvolver da história o diretor logo te dá um chega pra lá e a jornada de liberdade sexual é só uma confirmação e reforço do conservadorismo da mesma. Adoro como o final vende por um momento a "vitória" da personagem de Ana Medeiros, mas Reichenbach acena para o público de sua época e fala: eles podem tentar, mas não vão nos vencer.
The Island of Prohibited Pleasures
ai que delícia o verão
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