Diary Entry forTaipei Story
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Taipei Story
In The Boxxd '25 - Semana #6: Película en una ciudad que deseas visitar. --------------------------------------------------------------- Continuando este año con mis compañeros cinéfilos este reto llamado "In The Boxdd", donde cada semana veremos una película basado en una temática que estaremos anunciando en el grupo por antelación. Queremos inentivar a mucha gente más a entrar a este desafio, además de compartir con mucha mas majeada a este lindo grupito. Por si desean entrar y formar parte de este grupo, están bienvenidos: https://chat.whatsapp.com/KczwBDqXTyc2qu0zpbq1b1
Taipei Story
Cocok banget emng ni film nnton dimalem hari
Taipei Story
Criterion Channel Surfing #5 TAIPEI STORY (1985) dir. Edward Yang For what is his second feature filmEdward Yang masterfully directs this somber, reflective human drama about our past and what it means to come to terms with desires that never managed to take shape. Our two main characters embody very distinct situations: A hard working, driven, traditional family woman named Chin (Chin Tsai) feels unwanted and unloved by her family, boss, and her boyfriend. Many go to her to ask for money, but do not seem the slightest occupied with helping her. Through this she perpetually surrounds herself with young friends of hers, maybe to feel as free as they do during this transitory period in Taiwan. Our second character, Lung (Hsiao-Hsien Hou), personifies the type of person who holds on to the past, not wanting to let go of the comfort of knowing they could have been big. Lung encompasses the idea of shattered dreams, unable to move on and look towards the future. Bitter towards life for denying him the dreams he pursued. It’s incredible to me how Edward Yangmanages to perfect his directorial style so early on in his career. Like the rest of his body of work, Taipei Storyhas many culture and social subtexts hidden beneath its many layers. The film has many characters that exhibit each generation present within the city of Taipei in the 80’s. Taiwan in the 80’s (according to my research) was in a very peculiar position — sandwiched between Japanese culture present from the Japanese Occupation in the 1900’s, and the westernization of culture that came with the presence of America during the Cold War. The older characters seem to reminisce on the old Taiwan while the two protagonists struggle to move into the new era, being held back by the older generations financial dependence on them. The ones Chin surrounds herself with are the younger generation, no care in the world and no sense of urgency. Nothing holds them back from embracing this new turn in history. Edward Yangleft us too soon and every time I watch a film of his for the first time, I’m left speechless. He’s a fantastic filmmaker and deep thinker — it’s obvious he loves Taiwan and wants to present it as he sees it. The only reason that is holding me back from giving this a 5 star rating is some of the dialogue was a little on the nose and expositional, it’s not too prevalent but having seen his later works and how expertly written they are I cannot give it a perfect score. If it was my first film of his it would be a different story.
Taipei Story
— Olhe para estes edifícios. Está cada vez mais difícil para mim distinguir quais eu projetei e quais não. Todos parecem iguais. Se estou envolvido ou não parece cada vez menos importante. Taipei Story é meu segundo filme do Edward Yang que assisto e posso dizer que eu gostei bastante da experiência, mais do que do filme anterior que assisti. Talvez porque é uma narrativa que foca muito na crise existencial de seus personagens principais, onde a memória de infância faz com que a existência da vida adulta seja muito pior do que havia sido idealizada. Todos os personagens se mostram presos em situações complexas que nenhuma criança jamais imaginaria, o que faz com que a crise fique ainda pior. O contexto da história é bem atemporal, por mais que esteja envolto na modernização de Taiwan, onde crises financeiras, econômicas e de desenvolvimento da sociedade têm papel importante. Onde a tradição se desfaz, dando lugar a uma sociedade moderna que seus participantes ainda não sabem navegar da melhor maneira. Vemos o choque de cultura de gerações, onde a mais antiga não consegue se adaptar tão bem quanto a mais nova. Ainda assim, a mais nova ainda tem todos seus problemas de adaptação próprios, então o que eles devem fazer? As regras antigas não funcionam mais e ainda não existe um manual do que se fazer, uma padronização da modernidade. Chin é a personagem que mais me chama atenção simplesmente porque é quem está mais sozinha na vida, por mais que esteja rodeada de pessoas. Vive no limbo da feminilidade, onde conseguiu se estabelecer como uma figura independente, porém não consegue escapar das expectativas de gênero que, mesmo com a modernidade, não somem. Ela é a que melhor se adapta, mas a qual custo? Quando Gwan, sua melhor amiga de infância transformada em rival, fala dela, comenta como ela deveria ter nascido um menino porque não é bom ser mulher. Mostra como ela nasceu para quebrar todas as expectativas e viver nesse novo mundo, mas isso nunca seria fácil. Do outro lado, Lung vive preso no que poderia ser. No passado, onde era uma criança com talento e um futuro para a frente. Porém, esse futuro nunca existiu, quando seus sonhos infantis são apenas sonhos que agora o anestesiam da realidade que não chega nem aos pés do que idealizou. Vive sem viver de verdade, apenas reagindo ao que acontecia ao seu redor, sem tomar responsabilidade real do que queria e desejava. Até que é tarde demais. No fim das contas, é um filme atemporal porque vivemos numa época onde não conseguimos acompanhar as mudanças e a adaptação é uma necessidade vital, porém não é fácil. Navegar pela vida, entre tradição e modernização, é desgastante e complicado, nos faz observar tudo e quase escolher a anestesia. Tenho certeza de que muitas pessoas a escolhem, no fim das contas. Edward Yang, de fato, tem esse talento de mostrar a realidade das famílias de Taiwan, sem nenhum tipo de romantização e trazendo os assuntos mais humanos e atemporais, mesmo que estejam encapsulados em períodos específicos da história. Saber que Hou Hsiao-hsien, além de atuar, também trabalhou no roteiro faz sentido porque é possível ver um pouco desses temas refletidos em Millenium Mambo, quinze anos depois. Taipei Story é um retrato de Taipei num momento de transição política, econômica e cultural muito específico, ao mesmo tempo que é uma peça atemporal sobre a existência em sociedades em plena mudança. Você se adapta ou você morre.
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