Diary Entry forThe Room Next Door
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The Room Next Door
A sensibilidade do Almodóvar em transmitir o estilo de direção dele pra um cinema falado em inglês é algo que me cativou. Fiquei surpreso em ver que era um drama e mais ainda quando percebi que a direção do Almodóvar consegue tirar momentos de humor até em meio a uma situação de tristeza iminente. Gosto do texto onde essas personagens estão no auge de suas vidas e enquanto uma tem um apego quase tóxico com a vida a outra, como jornalista de guerra, viveu várias situações extremas, mesmo que o filme não demonstre esses momentos, ele aposta no texto, nas conversas e isso cria esse contraste entre essas personagens que estão vivendo uma semana de despedida. Tratar da eutanásia no cinema espanhol talvez não seja um tabu, mas sendo o primeiro filme falado em língua inglesa do diretor acho interessante essa abordagem mais contida, mas que ainda sim expressa uma carga dramática tão intensa e que é bem posta, os males de um são os males do mundo. Muitas pessoas lembram de Almodóvar por seus filmes mais estrionicos, mas esse aqui me fez lembrar demais de um menos comentado dele que é um dos meus favoritos O Segredo Da Minha Flor, a forma como esse filme pega essas mulheres que vivem um contexto tão únicos, onde as dores pessoais são as dores de um mundo caótico, a correlação do corpo com o sentimental. O personagem de John Turturro que tem essa idéia fatalista do mundo, mas se apega a uma nostalgia canalha de sexo, drogas e farra enquanto flerta com a personagen de Julianne Moore é quase cômico, são essas pequenas contradições que permeiam seus personagens o tempo todo. O mesmo vale pra protagonista Ingrid e Martha, uma tem problemas de lidar com a morte, mas aceita o pedido da amiga de estar presente quando a mesma intencionalmente realizar eutanásia, ela não gosta dessa idéia e passa os dias, diretamente ou não, tentando fazer a amiga ver valor na vida e mesmo que o final possa não ser surpreendente, ele ainda é satisfatório, existe conciliação entre um passado turbulento e injusto com esse futuro que respira cada parte dessa personagem que não está mais presente, a idéia de que no começo uma personagem sintetize as dores do mundo agora ela é integrada ao plano geral das coisas o mundo a torna imortal e isso é lindo pra c*ralho! O Quarto Ao Lado é a estréia do diretor espanhol com o cinema falado em inglês, a abordagem intimista de duas amigas vivendo os últimos dias de uma delas enquanto conversam trivialidades, assistem filmes, relembram rabalhos, amores e arrependimentos é algo que não tem nada demais, mas é nas performances, nas entregas e no humor, intencional ou não, que dá vida ao projeto. Indo na contramão dos trabalhos mais estrionicos do diretor, esse aqui é mais um drama carismático do que uma chanchada. Ele é menos Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos e mais A Flor Do Meu Segredo e isso é lindo e muito bom. Vale muito a pena.
The Room Next Door
The Room Next Door is a wonderfully melancholic little film. Swinton and Moore play two sides of the same coin, both experiencing the highs and lows of life in different ways. It’s a profound examination of anticipated loss, slowly unraveling until the comforting conclusion. I found myself entranced by this film’s quirks, which added some much needed breathing room, since it can be quite bleak. It’s a simple film, not taking up more space than necessary, filled with some spectacular performances. Almodóvar may only now be breaking into the English language, but after watching this, I am beyond excited to see what else he can accomplish. Now I only need to catch up on his prior work, since this really left a meaningful impact.
The Room Next Door
Someone said “the script looks like it went through google translator 4 times” and I couldn’t think of anything else during the movie. Asides from that, it was pretty underwhelming? Like good movie but it would’ve been much better if they made them gay
The Room Next Door
Questo film ha un grosso problema: è stato scritto, o meglio goffamente adattato (?) e tradotto in inglese. Non ho potuto fare a meno di immaginare come sarebbe stata, ogni scena, se girata nel nativo spagnolo dell’autore. Questa barriera non mi ha consentito di entrare completamente in empatia con il discorso del film, inoltre la scelta del cast hollywoodiano, gli ambienti patinati - non-luoghi super aestethic -l’arredamento perfetto da rivista che non abbandona la tradizione almodovariana di colori forti e caldi, sembra tutto visto con distacco da un fantasma (Martha) più che abitato da persone reali. Era un effetto voluto? C’è meno vita spontanea qui che nel resto della filmografia, ma d’altra parte questo è anche un film sulla morte. Perfec Days con il morto.
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