Cloverfield

Diary Entry forCloverfield

veleini's profile
veleini
Saturday, 27 July 2024

I was really rooting for Marlene cause all these other bitches were dumb and BOOM she goes down cause the writers said so Anyways this movie was fun, except when tj miller was talking and survived 2 death experiences

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ItsMeBrianFilms's profile
ItsMeBrianFilms

Cloverfield

Este formato en que esta realizada la película es de metraje encontrado, me ha parecido bastante entretenida. La cámara temblorosa, la sensación de pánico, miedo y caos la hace una película muy disfrutable

1d ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

Cloverfield

O atentado de 11 de Setembro de 2001 não foi a primeira tragédia da história da humanidade, mas foi a primeira a ser documentada de ângulos diversos, em qualidades diversas e todas as pessoas que estavam lá imortalizaram o acontecimento de forma que Hollywood – muito por conta dos efeitos midiáticos e sociais que esse atentado promoveu – redesenhou sua indústria de forma a criar uma espécie de superação individualista do trauma. E nessa vertente temos a ascensão de nomes como Christopher Nolan e sua trilogia do Batman ou o próprio Zack Snyder com seu 300 de Esparta. Porém Matt Reeves foi por uma vertente diferente, assumindo a idéia de câmeras digitais que estavam se tornando um advento mais facilitado para as pessoas, o diretor utiliza do Found Footage como instrumento narrativo para exorcizar o trauma coletivo. O longa que se apropria de uma visão solar da janela de um prédio que dá visão a toda aquela área logo contrasta com a pequeneza do solo abaixo e amarelado da noite da cidade e quando retoma os arranha-céus é a noite com prédios derrubados e tombados. Toda a referência estética da nuvem de poeira que sobe quando o monstro derruba o prédio é a referência mais óbvia, mas para além disso a montagem é muito boa em preservar os momentos em que aquele Kaiju surge sempre de soslaio, Matt Reeves não renega o monstro, ao ponto que sua reta final evidencia a criatura de todo, mas enquanto Reeves emula o atentado de 11 de Setembro ele é tão nebuloso quanto os motivos e o que de fato atingiu as torres naquele dia!

1d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Cloverfield

O atentado ao World Trade Center, no dia 11 de Setembro de 2001 foi o primeiro evento do século XXI na qual a cobertura de imagens teve a realização dos dispositivos digitais de inúmeros ângulos e por cidadões em suas filmadoras ou através de fotos e gravações no telefone celular - tecnologia que, naquele momento, ainda estava se proliferando a passos curtos; os civis desesperados pelas ruas de Nova York estavam diante de um acontecimento inesperado e, desde o início do milênio, sua reação instintiva é capturar, tornar aquele pedaço de mídia uma eternização da história que estava sendo escrita. Em certo momento de Cloverfield, um dos glitchs da filmadora de Rob é a imagem do Godzilla, que pisca por um milissegundo na tela, quase imperceptível se não for pausado rapidamente. A alusão não poderia ser mais declarada que isso. O longa de Matt Reeves reincide em exorcizar esse trauma ao transformar sua apropriação da técnica found-footage em uma incorporação do imaginário assombrado de um país em processo de recomposição. É quase inevitável não se deparar com a queda de um prédio e a subida da nuvem de fumaça sem recordar o desabamento das torres norte e sul, que levantaram a mesma fumaça dos destroços pelos arredores dos edifícios. Cloverfield vai trabalhar sob a natureza e as texturas digitais do registro - impulsionado pelo então recente advento das câmeras digitais em Hollywood -, um exercício que explicita a presença do dispositivo pralém do recurso de filmagens perdidas, mas como reafirmação traumática dessa ferida aberta que Reeves estabelece nos zooms que reajustam o foco, que documentam os destroços dos apartamentos e prédios comprometidos, aproveitam-se das luzes de postes, das vitrines de lojas, de estações de metrô e avenidas esvaziadas a um nível sepulcral (uma possível inspiração em Kiyoshi Kurosawa, talvez?) para situar o espectador nesse desespero em uma escala macro, onde nossos olhares não assumem o maximalismo do gênero de desastre, mas atua em um nível mais próximo, delimitado ao olhar dos personagens - a câmera amadora aqui é uma abertura para a simulação do nossos olhos acompanhando o grupo de amigos pelas ruínas da Manhattam noturna. Além dessas questões, acho pouco comentado a forma que Reeves e o montador orquestram a temporalidade que um plano perdura: na cena inicial - que já é povoada pela dimensão dos edifícios no amanhecer azulado visto pela janela de um prédio e em contraste com a iluminação amarelada do apartamento -, há um breve plano no rosto de Beth que permite a repercussão do efeito de uma determinada frase proferida por Rob de tal maneira que é difícil não se fascinar e o longa é cheio de elipses que agregam esse efeito ressoante da imagem no espectador.

2d ago
jenny🧿's profile
jenny🧿

Cloverfield

15 mins into the movie my mom said "is this a movie? why is it so bad?"

2d ago

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